Relogio Com Comentario

VERSÍCULO DO DIA

sexta-feira, 22 de junho de 2012

RELIGIÕES, SEITAS & HERESIAS COMO IDENTIFICA-LAS.


Religiões Seitas & Heresias como classifica-las
INTRODUÇÃO
O século XXI é o palco para o diabo mostrar todo o seu poder, gritando aos quatros cantos da
terra, que está vivo e revestido de grande autoridade.
A dois mil anos atrás, Paulo lança um alerta, e descreve a futura manifestação do inimigo como: “Anjo de luz e ministro de justiça” 2.Co 11.14,15.
A palavra de Deus se cumpre integralmente. É notório o agir do maligno nos dias atuais; mostra-se como um verdadeiro “anjo de luz”, pregando: o amor ao próximo; a necessidade de ser bom; a sinceridade; a obediência irrestrita as escrituras sagradas; curas, dons, e demais manifestações, qualidades de uma pessoa digna. Os seus “cavalos” (discípulos), incontestáveis “ministros de justiça”, preocupados com o bem estar da humanidade praticam a caridade e clamam por justiça social.
Vieram a existir muitas religiões e organizações, denominadas de “seitas” (Opiniões e doutrinas contrárias aos princípios bíblicos), cujas bases não encontram fundamentos exclusivamente bíblicos, apesar de usarem a Bíblia como pretexto para justificar algumas ações e maquiar a verdadeira essência espiritual que as regem; desta forma, arrebanham para si grande número de adeptos, abrangendo todas as classes sociais, e religiosas, do mais humilde ao mais afortunado, do mais profano ao mais santo, procurando alcançar o maior numero possível de “presas” indistintamente. É a manifestação poderosa do inimigo! É a festa da espiritualidade! Da religiosidade! Onde todos são bem vindos. Há uma grande mesa, sobre a qual o diabo colocou muitos pratos (Religiões Seitas & Heresias) e muitos outros artifícios como: Shows, vasos, profetas e até mesmos Igrejas “Evangélicas” e com isso consegue atender a todos os gostos; uma gama, que varia da simplicidade de alguns cultos à complexidade de religiões milenares e excêntricas tais como: As testemunhas de YEHÔSHUA. (O Farisaísmo Moderno) Igreja do ORGASMO. (O Epicurismo) A CABALA (O Judaísmo Esotérico) e muitos outros, abordamos alguns especificamente em nossa palestra “OS ISMOS DO PENSAMENTO FILOSOFICO HUMANO”. E “UMA BATALHA PELA VERDADE” Baseada em Judas V,3.
Os servos do Senhor Jesus precisam estar atentos, vigiando, para não se deixarem enganar pelo inimigo de nossas almas em suas muitas manifestações. Precisamos estar alerta e vigiando, sempre voltados para as verdades da palavra de Deus como nos advertiu o Apostolo Paulo, Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”. 2Tm 3.14-17.           A razão do nosso trabalho não é outro senão a de colaborar de alguma forma com aqueles que pretendem tornarem-se mais um soldado de Cristo e entrarem nessa guerra, nessa batalha para juntos defendermos a fé que uma vez foi entregue aos santos. Jd 3. E que nos últimos dias está sendo atacada com veemência pelos FALSOS PROFETAS, como nos foi avisado já há algum tempo. Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou. 1Pe 2.1. Portanto está deflagrada a guerra armemo-nos das armas que dispomos 2.Co 10,4. E vamos à luta. Porque devemos a ELE, atribuir toda a HONRA, GLORIA e  LOUVOR pelo séculos dos séculos.
 Definindo os termos - Religião Seitas & Heresias
1-Religião
O vocábulo português “Religião” Deriva do termo latino "religare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico. Segue alguns conceitos que são difundidos entre os frequentadores de religiões.
Religião é um sistema qualquer de ideias, de fé e de culto, como no caso da fé Cristã.
Religião é um conjunto de crenças e praticas organizadas, formando algum sistema privado ou coletivo, mediante o qual uma pessoal ou grupo é influenciado.
Religião é corpo autorizado de comungantes que se reúnem periodicamente para prestar culto a um deus aceitando um conjunto de doutrinas que rege tal relacionamento.
Religião é qualquer coisa que ocupa o tempo e as devoções de alguém.
Religião é reconhecimento da existência de algum poder superior, invisível; é uma atitude de reverente dependência a esse poder na conduta da vida.
A partir destas definições podemos tentar classificar as religiões em tipos de acordo com a similaridade de suas crenças. Os especialistas no assunto são muito abrangentes no tocante a classificação das religiões, n´s porem vamos agrupa-las de acordo com o Dr Walter Martin do ICP- instituto Cristão de Pesquisas, organização na qual fomos membros durante alguns anos como palestrantes na área de seitas e heresias.
Religiões animistas. Sistemas de crenças em que entidades naturais e objetos inanimados são tios como dotados de um principio vital impessoal ou uma força sobrenatural que lhes confere vida e atividade.
ü  Religiões naturais. Pregam a manifestação de Deus na natureza, e geralmente rejeitam a revelação divina e os livros sagrados. Segundo seus ensinos toda e qualquer revelação a parte da natureza não é digna de confiança.
ü  Religiões ritualistas. Enfatizam as cerimonias e os rituais por acreditar que estes agradariam as divindades. Tais ritos teriam o poder de controlar os espíritos levando-os a atuar para o bem ou o mal das pessoas.
ü  Religiões místicas. São também revelatórias, porem, seus adptos acreditam na necessidade de continuas experiências místicas, como meio de informação e crescimento espiritual. Os místicos regem sua fé pela constante e diligente busca da iluminação.
ü Religiões revelatórias. Na verdade seriam uma espécie das subcategorias das religiões místicas. Este grupo de religiões fundamentam-se nas supostas revelações da parte de deuses de Deus e do Espirito Santo, ou de espíritos desencarnados que compartilham os mistérios que acabam cristalizados em livros sagrados.
ü  Religiões sacramentalistas. São grupos que tem nos sacramentos meios de transmissão da graça divina e da atuação do Espirito de Deus estas religiões , geralmente, acreditam que o uso dos sacramentos por meio de pessoas “desqualificadas” impede a atuação do Espirito de Deus. Os sacramentos constituem-se em vinculo para promoção do exclusivismo. 
ü  Religiões legalistas. São construídas sob preceitos normativos, algum código legal que deve governar todos os aspectos da vida de um individuo. Este código é usualmente concebido como divinamente inspirado. O bem é prometido aos obedientes e a punição aos desobedientes.
ü  Religiões racionais. Neste grupo, a razão recebe ênfase proeminente e a filosofia é supervisionada. A razão segundo acreditam, seria algo tão poderoso que nada mais seria necessário além de seu cultivo bem treinado e disciplinado.
ü  Religiões sacrificiais. Pregam a salvação por meio de sacrifícios apropriados. O cristianismo é uma religião sacrificial, no sentido de que Jesus Cristo é reputado como o autor do sacrifício supremo necessário  à salvação. A suprema palavra do Senhor declara: “E quase todas as coisas, segundo a lei. Se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão de pecados. Hb 9.22.
    Não é possível desfazer-se das religiões simplesmente tentando ignora-las. É por isso que precisamos estabelecer um principio de fé e de verdade para reger e medir as dimensões de nossas crenças. E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo e disse: Levanta-te e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram. Ap 11,1. A vara de medir é o “cânon” a Bíblia sagrada as santas Escrituras, ela deve ser o nosso guia, o nosso orientador fazendo assim estaremos certos de que praticamos uma verdadeira religião.
      SEITAS
Seita (< latim secta = "seguidor", proveniente de sequi = "seguir") é conceito originariamente sociológico e é utilizado para designar, em princípio, simplesmente qualquer doutrina, ideologia ou sistema que divirja da correspondente doutrina ou sistema dominante, bem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia ou sistema), os quais, conquanto divergentes da opinião geral, apresentam significância social e ou religiosa.
Usualmente conecta-se o termo à sua significação específica (stricto sensu) apenas religiosa, com o que por "seita" entende-se, a priori e de ordinário, imediatamente “seita religiosa”.
Seja qual for a sua inserção semiológica, imprescindível é saber que seita, como ideologia ou como grupo que a professa, está colocada em desfavor no jogo do poder, face aos detentores da dominação. Isso vale em religião, política, ou outra qualquer expressão humana. Podemos então definir tecnicamente que seita é um grupo de pessoas dissidentes, e teologicamente, que é um grupo de pessoas que propagam uma doutrina que diverge dos que detém a sã doutrina
Heresias
Os ismos do pensamento filosófico humano
A busca do saber por parte do homem é conhecida teoricamente por Filosofia, de phílos, “amigo”, “amante”, e sophía, “conhecimento, saber”, formado do adjetivo e substantivo grego. philósophos, “que ama o saber”, “amigo do conhecimento”. A filosofia, segundo a tradição que remonta a Aristóteles, começa historicamente no século VI aC. nas colônias gregas da Ásia Menor, entretanto, sabemos que o ser humano começou a filosofar desde que intentou no seu coração afastar-se de Deus Gn. 3.1-7. Infelizmente, o pensamento humano, no intuito de descobrir ou redescobrir sua natureza, origem e razão de ser, tem criado os “ISMOS” que na realidade afastam cada vez mais o homem de Deus.
A pregação apostólica combate ferrenhamente as vãs e as falsamente chamadas (Ciência) filosofias. I Co 1.22; Cl 2.8; I Tm 6.20. ou sabedoria dos gregos, e ensina que a verdadeira sabedoria vem do alto, de Deus e nunca de esforços humanos: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.” Tg 1.5
Reunimos aqui as escolas de pensamentos filosóficos mais conhecidos, e as suas falsas filosofias, no intuito de mostrar ao leitor uma síntese do esforço inútil do homem através dos séculos no propósito de adquirir a sua própria salvação ou redenção. O mais importante é que essas escolas de pensamento fornecem às falsas religiões e seitas o material necessário à sua pregação. Há vestígios de uma ou mais filosofias seculares no contexto doutrinário de cada religião ou seita em detrimento das verdades divinas registradas na Palavra de Deus. Um exame cuidadoso e sincero mostrará isso.
Agnosticismo. O vocábulo ing. agnosticism foi forjado em 1869 por Thomas H. Huxley, calcado, por oposição ao gnosticismo, no adjetivo gr. ágnõstos, “ignorante, incogniscível”. Filosofia naturalista e afeita às coisas e relações da ciência experimental.
            É o sistema que ensina que não sabemos, nem podemos saber se Deus existe ou não. Dizem: a mente finita não pode alcançar o infinito. Ora, não podemos abarcar a terra, mas podemos tocá-la! (I Jo 1.1). A frase predileta do Agnosticismo é: “Não podemos crer”. Um resumo de seu ensino é o seguinte: o ateísmo é absurdo, porque ninguém pode provar que Deus não existe. O teísmo não é menos absurdo, porque ninguém pode provar que Deus existe. Não podemos crer sem provas evidentes. Mentores do Agnostícismo: Huxley, Spencer e outros. Estão todos puramente enganados, porque Deus é facilmente compreensível pela alma sequiosa, honesta e constante. Ver Rm 1.2O.
Gnosticismo. Do verbo gr. gnõstikós “capaz de conhecer, conhecedor”. Significa, em tese, o conhecimento místico dos segredos divinos por via de uma revelação. Esse conhecimento compreende uma sabedoria sobrenatural capaz de levar os indivíduos a um entendimento completo e verdadeiro do universo e, dessa forma, à sua salvação do mundo mau da matéria. Opõe-se radicalmente ao mundo e ensina a mortificação do corpo e a rejeição de todo prazer físico.(Asceticismo) É panteísta e, segundo a tradição, At 8.9-24 deve-se a Simão Mago com o qual o apóstolo Pedro travou polêmica em Samaria a sua difusão no meio cristão.
Animismo. Uma das características do pensamento primitivo, que consiste em atribuir a todos os seres da natureza uma ou várias almas. Atribui vida (Anima) a todas as coisas inanimadas. Segundo Edward Burnett Tylor (1832-1917) é também toda a doutrina de índole espiritualista, em oposição ao materialismo. Essa teoria considera a alma como a causa primária de todos os fatos.
Asceticismo. Teoria e prática da abstinência e da mortificação dos sentidos. Tem como objetivo assegurar a perfeição espiritual, submetendo o corpo à alma. Há ainda o ascetismo natural (busca da perfeição por motivos independentes das relações do homem com Deus) que foi praticado pela escola pitagórica. É muito praticado pelas religiões e seitas orientais.
Ateísmo. Teoria que nega a existência de um Deus pessoal. Desde a Renascença, o termo passou a indicar a atitude de quem não admite a existência de uma divindade. Chamam-se ateus os que não admitem a existência de um ser Absoluto, dotado de individualidade e personalidade reais, livre e inteligente. 
Ceticismo. Caracteriza-se por uma atitude antidogmática de indagação, que torne evidente a inconsistência de qualquer posição, definindo como única posição justa a abstenção de aceitá-las. Foi fundada por Pirro, filósofo grego em 360 aC. Ensina que visto que só as sensações, instáveis ou ilusórias, podem ser a base dos nossos juízos sobre a realidade, deve-se praticar o repouso mental em que há insensibilidade e em que nada se afirma ou se nega, de modo a atingir a felicidade pelo equilíbrio e a tranquilidade. Tais pessoas não vivem, vegetam… 
Deísmo. O deísmo distingue-se radicalmente do teísmo. Para o teísmo, Deus é o autor do mundo, entidade pessoal revelada ao homem, dramaticamente na história. Para o deísmo, Deus é o princípio ou causa do mundo, infuso ou difuso na natureza, como o arquiteto do universo. Elaborado dentro do contexto da chamada religião natural, cujos dogmas são demonstrados pela razão, o conceito deísta de Deus pode confundir-se com o conceito de uma lei, no sentido racional natural do termo. Trata-se do Deus de todas as religiões e seu conceito não está associado às ideias de pecado e redenção, providência, perdão ou graça, considerado “irracional”. É antes um Deus da natureza do que um Deus da humanidade e, como um eterno geômetra, mantém o universo em funcionamento, como se fosse um relógio de precisão. (History of Engiish thought in the eighteenth century)
            O deísmo surgiu dentro do contexto dos primórdios do racionalismo sob a influência de Locke e Newton. Voltaire, um dos maiores contestadores da Bíblia dos últimos tempos, era deísta.
Dualismo. Em sentido técnico rigoroso, dualismo significa a doutrina ou o sistema filosófico que admite a existência de duas substâncias, de dois princípios ou de duas realidades como explicação possível do mundo e da vida, mas irredutíveis entre si, inconciliáveis, incapazes de síntese final ou de subordinação de um ao outro. No sentido religioso são também dualistas as religiões ou doutrinas que admitem duas divindades sendo uma positiva, princípio do bem, e outra, sua oposta, destruidora,
negativa, princípio do mal operando na natureza e no homem. (The revolt against duelism; an inquiry concerning the existence of ideas).
Descartes (1596-1650) é quem estabelece essa doutrina no campo da filosofia moderna.
Ecletismo. Sistema filosófico que procura conciliar teses de sistemas diversos conforme critérios de verdade determinados. Procura aproveitar o que há de melhor de todos os sistemas. No século XIX o ecletismo espiritualista, que se preocupava com o uso do método introspectivo, deu origem ao chamado espiritualismo contemporâneo.
Empirismo. Posição filosófica segundo a qual todo o conhecimento humano resultaria da experiência (sensações exteriores ou interiores) e não da razão ou do intelecto. Afirma que o único critério de verdade consistiria na experiência. É essa a teoria do “ver para crer”.
Epicurismo. Nome que recebe a escola filosófica grega fundada por Epícuro 341-270 aC. Afirma o princípio do prazer como valor supremo e finalidade do homem, e prescreve: 1) aceitar todo prazer que não produza dor; 2) evitar toda dor que não produza prazer; 3) evitar o prazer que impeça um prazer ainda maior, ou que produza uma dor maior do que este prazer; 4) suportar a dor que afaste uma dor ainda maior ou assegure um prazer maior ainda. Por prazer entende a satisfação do espírito, proveniente de corpo e alma sãos, e nunca de Deus. Buscar prazer e satisfação apenas na saúde ou no intelecto é não ter desejo de encontrar a verdadeira fonte da felicidade.
Esoterismo. Sistema filosófico religioso oculto. Doutrina secreta só comunicada aos iniciados. O esoterismo é ocultista e caracteriza-se pelo estudo sistemático dos símbolos. Há simbologia em tudo o que existe e no estudo dessa simbologia o homem poderá compreender as razões fundamentais de sua existência. Vem a ser uma ramificação do Espiritismo. 
Espiritualismo. Denominação genérica de doutrinas filosóficas segundo as quais o espírito é o centro de todas as atividades humanas, seja este entendido por substância psíquica, pensamento puro, consciência universal, ou vontade absoluta. O espírito é a realidade primordial, o bem supremo. O Espiritualismo é dualista, pluralista, teísta, panteísta e agnóstico. É o espiritismo com um nome mais sofisticado. É doutrina de demônios. Aceita a reencarnação e a evolução do espírito.
Estoicismo. Escola filosófica grega fundada por Zenão de Cítio (334-262 aC), sua doutrina e a de seus seguidores. O nome deriva do gr. stoa (portada) porque Zenão ensinava no pórtico de Pecilo em Atenas. O estoicismo afirma que a sabedoria e a felicidade derivam da virtude. Essa consiste em viver conforme a razão, submetendo-se às leis do universo, a fim de obter-se a imperturbabilidade de espírito (ataraxia). E uma forma de panteísmo empirista que pretende tornar o homem insensível aos males físicos pela obediência irrestrita às leis do universo.
Evolucionismo. O Evolucionismo é uma filosofia científica que ensina que o cosmos desenvolveu-se por si mesmo, do nada, bem como o homem e os animais que existem por desenvolvimento do imperfeito até chegar ao presente estado avançado. Tudo por meio de suas próprias forças. É preciso mais fé para crer nas hipóteses da Evolução do que para crer nos ensinos da Bíblia, isto é, que foi Deus que criou todas as coisas. Gn 1.1; 1.21,24, 25. 
Humanismo. É a filosofia que busca separar o homem, e todo o seu relacionamento da ideia de Deus. O homem, nessa filosofia, é o centro de todas as coisas, o centro do universo e da preocupação filosófica.(Antropocentrismo) O seu surto se verificou no fim do século XIV. Marx é o fundador do humanismo comunista.
Liberalismo. É liberdade mental sem reservas. Esse sistema afirma que o homem em si mesmo é bom, puro e justo. Não há um inferno literal. O nosso futuro é incerto, a Bíblia é falível e Deus é um Pai universal, de todos, logo, por criação somos todos seus filhos, tendo nossa felicidade garantida.
Materialismo. Afirma que a filosofia deve explicar os fenômenos não por meio de mitos religiosos, mas pela observação da própria realidade. Ensina que a matéria, incriada e indestrutível, são a substância de que todas as coisas se compõem e à qual todas se reduzem e que a geração e a corrupção das coisas obedecem a uma necessidade não sobrenatural, mas natural, não ao “destino”, mas a leis físicas. Segundo essa filosofia, a alma faz parte da natureza e obedece às mesmas leis que regem seu movimento e o homem é matéria, como todas as demais coisas.
Monismo. Os sistemas monistas são variados e contraditórios, entretanto têm uma nota comum: é a redução de todas as coisas e de todos os princípios à unidade. A substância, as leis lógicas ou físicas e as bases do comportamento se reduzem a um princípio fundamental, único ou unitário, que tudo explica e tudo contém. Esse princípio pode ser chamado de “deus”, “natureza”, “cosmos”, “éter” ou qualquer outro nome.
Panteísmo. Do gr. pas, pan, “tudo, todas as coisas” e théos, “deus”. Como o próprio nome sugere, é a doutrina segundo a qual Deus e o mundo formam uma unidade; são a mesma coisa, constituindo-se num todo indivisível. Deus não é transcendente ao mundo, dele não se distingue nem se separa; pelo contrário, lhe é imanente, confunde-se com ele, dissolve-se nele, manifesta-se nele e nele se realiza como uma só realidade total, substancial (Spinoza et le panthéisme religieux). 
Pietismo. Teve início no século XVIII através da obra de Philipp Spener e August Francke. E uma teoria do protestantismo liberal que dá ênfase à correção doutrinária sem deixar lugar para a experiência da fé. Interpreta as doutrinas do Cristianismo apenas à luz da experiência sentimental de cada indivíduo.
Pluralismo. Não é bem uma Escola de Pensamento, mas uma doutrina que aceita a existência de vários mundos ou planos habitados, oferecendo um âmbito universal para a evolução do espírito. Naturalmente, para cada “mundo”, um tipo de “deus”. É a doutrina desposada pelas filosofias espíritas ou espiritualistas.
Politeísmo. Crença em mais de um Deus. As forças e elementos da natureza são deuses. Há deuses para os sentimentos, para as atividades humanas e até mesmo deuses domésticos. Os hindus têm milhões de deuses que associam às suas diversas religiões.
Positivismo. Doutrina filosófica pregada por Auguste Comte, (1798-1857) que foi inspirado a criar uma religião da humanidade. Em 1848 fundou a Sociedade Positivista, da qual se originou a Igreja Positivista. O positivismo religioso ensina que nada há de sobrenatural ou transcendente. Suas crenças são todas baseadas na ciência, com culto, templos e práticas litúrgicas. É o culto às coisas criadas em lugar do Criador (Rm 1.25)
Racionalismo. A expressão racionalismo deriva do substantivo razão e, como indica o próprio termo, é a filosofia que sustenta a primazia da razão, da capacidade de pensar. Considera a razão como a essência do real, tanto natural quanto histórico. Ensina que não se pode crer naquilo que a razão desconhece ou não pode esquadrinhar.
Unitarismo. Fundado na Itália por Lélio e Fausto Socino. Segue a linha racionalista de Erasmo de Rotterdan. Filosofia religiosa que nega a Divindade de Jesus Cristo, embora o venere. É uma filosofia criada dentro do protestantismo que afirma dentre outras coisas, a salvação de todos. Não crê em toda a Bíblia, no pecado nem na Trindade. Semelhante ao Universalismo.
Universalismo. Pensamento religioso da Idade Média que estendia a salvação ou redenção a todo gênero humano. É, talvez, o precursor do movimento ecumênico moderno. O centro da história é o povo judeu, por sua aliança com Deus e depois, a Igreja cristã. Afirma que a redenção é universalmente imposta a todas as criaturas…


Quando DEUS trabalha o homem muda! 
Prof. Abdias Barreto. 
Contatos: (85).8857-5757. profabdias@gmail.com

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