Relogio Com Comentario

VERSÍCULO DO DIA

terça-feira, 30 de agosto de 2011

CREDOS DA IGREJA


COMO VIVIAM OS NOVOS CONVERTIDOS
E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. 
At. 2 42-47.

CREDO DOS APÓSTOLO 
1.Creio em Deus Pai Onipotente
2.e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
3.que nasceu do Espírito Santo e da Virgem Maria,
4.que foi crucificado sob o poder de Pôncio Pilatos e sepultado,
5.e ao terceiro dia ressurgiu da morte,
6.que subiu ao céu
7.e assentou-se à direita do Pai,
8.de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos.
9.Creio no Espírito Santo,
10.na santa Igreja católica (universal),
11.na remissão dos pecados,
12.na ressurreição da carne,
13.na vida eterna.

CREDO DE CESARÉIA
Cremos em um só Deus, Pai onipotente, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor, Jesus Cristo, Verbo de Deus, Deus de toda a criação, por quem foram feitas todas as coisas; o qual foi feito carne para nossa salvação, tendo vivido entre os homens. Sofreu, ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao Pai e novamente virá em glória para julgar os vivos e os mortos. Cremos também em um só Espírito Santo.

CREDO DE NICÉIA
Cremos em um só Deus, Pai onipotente, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor, Jesus Cristo, o Filho de Deus, gerado pelo Pai, unigênito, isto é, sendo da mesma substância do Pai, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro do Deus verdadeiro, gerado, não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu, encarnou-se e se fez homem. Sofreu, ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, e novamente virá para julgar os vivos e os mortos. Cremos no Espírito Santo. E a todos que dizem: Ele era quando não era, e antes de nascer, ele não era, ou que foi feito do não existente, bem como aqueles que alegam ser o Filho de Deus de outra substância ou essência, ou feito, ou mutável, ou alterável a todos esses a Igreja católica e apostólica anatematiza.

CREDO DE NICENO
Cremos em um Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um Senhor, Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Luz da Luz, Deus verdadeiro do Deus verdadeiro, gerado, não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu dos céus, foi feito carne por meio do Espírito Santo e da Virgem Maria, e tornou-se homem. Foi crucificado por nós sob o poder de Pôncio Pilatos, padeceu, foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia conforme as Escrituras, subiu aos céus, assentou-se à direita do Pai. Novamente há de vir com glória para julgar os vivos e os mortos e seu reino não terá fim. Cremos no Espírito Santo, Senhor e Vivificador, que procede do Pai, que com o Pai e o Filho conjuntamente é adorado e glorificado, que falou através dos profetas. Cremos na Igreja uma, santa, católica e apostólica. Confessamos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e a vida no século vindouro.

CREDO DE ATANÁSIO
E a fé católica (universal) é esta: adoremos um Deus na Trindade, e a Trindade na unidade.
Não confundimos as Pessoas, nem dividimos (separamos) a Substância.
Pois existe uma única Pessoa do Pai, outra do Filho e outra do Espírito Santo. Mas a Deidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo é toda uma só: a glória é igual, a majestade é co-eterna.
Tal como é o Pai, tal é o Filho e tal é o Espírito Santo.
O Pai não foi criado, o Filho não foi criado, o Espírito Santo não foi criado.
O Pai é incompreensível (imensurável), o Filho é incompreensível (imensurável), e o Espírito Santo é incompreensível (imensurável).
O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno.
E, no entanto, não são três (seres) eternos, mas há apenas um eterno.
E não há três (seres) que não foram criados e que são incompreensíveis (imensuráveis).
Há, porém, um só que não foi criado e é incompreensível (imensurável).
Assim sendo, o Pai é Todo-Poderoso, o Filho é Todo-Poderoso, o Espírito Santo é Todo-Poderoso.
E, no entanto, não são três (seres) Todo-Poderosos, mas um só é Todo-Poderoso.
Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus.
E, no entanto, não são três deuses, mas um só Deus.
Igualmente, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.
E, no entanto, não são três Senhores, mas um só Senhor.
Pois da mesma forma que somos compelidos pela verdade cristã a reconhecer cada Pessoa, por si mesma, como Deus e Senhor, assim também sopmos proibidos pela religião católica (universal) de dizer: Existem três deuses ou três senhores.
O Pai não foi feito de ninguém: nem criado e nem gerado.
O Filho vem somente do Pai: não foi feito nem criado, mas gerado.
O Espírito Santo vem do Pai e do Filho: não foi feito nem criado, e nem gerado, mas procedente.
Assim há um só Pai, e não três Pais; há um só Filho, e não três Filhos; há um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.
E nessa Trindade nenhum é antes ou depois do outro. Nenhum é superior ou inferior ao outro.
Mas todas as três pessoas são juntamente co-eternas e co-iguais de tal modo que, em todas as coisas, foi dito, a Unidade na Trindade e a Trindade na Unidade deve ser adorada.
Aquele, pois, quiser ser salvo, deve pensar assim sobre a Trindade.
Também é necessário para a salvação eterna que se creia, fielmente, na encarnação de nosso Senhor Jesus Cristo.
Pois a verdadeira fé é que creiamos e confessemos que nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus e Homem.



Editado e Adaptado por:
ABDIAS BARRETO.
CONTATOS: (85).8857-5757
Ab7.7@hotmail.com

sábado, 27 de agosto de 2011

PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA

LIÇÃO 9  At 20. 25-32.
INTRODUÇÃO
Podemos sumariar o sentido da palavra IGREJA como: a Igreja é uma assembleia de cristãos reunidos para adoração; uma companhia de cristãos, ou daqueles que, esperando a eterna salvação em Jesus Cristo, observando seus ensinos e ritos realizam seus encontros religiosos, e gerenciam seus próprios negócios, de acordo com as regras prescritas pelo corpo, cuja finalidade é a boa ordem. A igreja pode ser vista nos seguintes aspectos:
Igreja Local – Aqueles que são unidos como um corpo local de crentes em qualquer cidade, vila, constituem uma Congregação (Rm 16.16).
Igreja Universal – O corpo inteiro de cristãos espalhados pela terra, no período de tempo que se inicia com o Pentecostes e vai até o Arrebatamento (Ef 1.22).
Igreja Militante – A totalidade dos cristãos genuínos, vivos na terra (1Tm 3.15).
Igreja na Glória – A assembleia de cristãos fiéis que já morreram e foram recebidos no Céu (1Ts 4.14-16; Hb 12.22). A palavra Eclesia no NT significa tanto a Igreja Universal como a Congregação Local de crentes regenerados pelo Espírito Santo de Deus, mediante arrependimento genuíno de pecados e fé salvadora em Cristo Jesus.

I.CONSTITUIÇÃO DA VERDADEIRA IGREJA DE CRISTO
A Igreja verdadeira é uma produção divina constituída somente por salvos, ou seja, por todo aquele que ao ouvir a genuína pregação do Evangelho bíblico, é convencido a arrepender-se sinceramente, de uma vez por todas, de todos os seus pecados e a romper definitivamente com o mundo, e através da percepção espiritual de que está irremediavelmente perdido, colocar incondicionalmente toda a sua em Jesus Cristo e em sua obra vicária, perfeita e final, na cruz do Calvário, sendo isto a regeneração espiritual, que imediatamente o coloca, por uma obra soberana e sobrenatural do Espírito Santo, em uma união vital, única e eterna com Cristo e seu corpo místico e espiritual - a Igreja (1Co 12.12-13), a sua Noiva (2Co 11.2; Ef5.23-32; Ap 19.7-8), o Corpo do qual é a Cabeça (Ef 1.22; 4.15; Cl 1.18).

II. PERÍODO DA IGREJA NA TERRA
Jesus Cristo durante seu ministério terreno disse que edificaria a sua Igreja (Mt 16.18), de modo que, Ele próprio é a Pedra angular da edificação chamada Igreja, única e insubstituível. Seus apóstolos e profetas são o funcionamento (Ef2.20), e o Edifício ou Santuário Espiritual construído sobre esta Pedra é a Igreja, que começou de modo oficial no Dia de Pentecostes (At 2.1,21,38-47), e está aguardando a vinda de Cristo por ocasião do Arrebatamento (1Co 15.51-52; 1Ts 4.13-18).
III. A NATUREZA DA IGREJA
         Há algo sobre a natureza da Igreja que é lamentavelmente          esquecido nos dias atuais: é que
       tudo que Deus faz, Satanás tenta imitar, e muitas vezes, a imitação de Satanás, aos olhos
desavisados, parece mais autêntica do que aquilo que Deus criou originalmente. O próprio
Cristo advertiu que Satanás faria isso a ponto de enganar, se fosse possível, os próprios
eleitos. Com a Igreja não é diferente, Satanás tem a sua Igreja na terra de modo tão parecido
com a igreja de Cristo, que facilmente alguém sem discernimento bíblico pode se deixar
enganar.
        IV. A AUTORIDADE SUPREMA DA IGREJA
           Nos dias atuais, e especialmente nas igrejas pretensamente     “modernas”, como, também, o foi
    ao longo da história da Igreja, tem aparecido pretensas autoridades com a suposta
         competência para mudar o perfil da Igreja. Porém, a Bíblia não deixa dúvidas: a autoridade
        suprema da Igreja é Cristo (1Co 11.3; Ef 1.22; Cl 1.18), e que

quaisquer coisas que se relacionem com a Igreja, tais como: seu propósito, sua liderança,
seus dons, organização,
disciplina e adoração, devem ser, tudo igualmente designado através de sua soberania como
se encontra nas Escrituras.

V. PROPÓSITOS DA IGREJA
Muitos hoje estão tentando definir o propósito da Igreja, como se ele já não estivesse
claramente definido na Bíblia.
1. Glorificar a Deus e buscar seu Reino e sua justiça em primeiro lugar, através do
cultivo de uma verdadeira espiritualidade e piedade, o que inclui: o temor do Senhor, amor
imorredouro e crescente para com Deus e desejo ardente de Deus, numa busca constante de
santidade e verdadeira intimidade com Ele (Ef 2.21-22).
2. Edificar-se a si mesma na fé santíssima das Escrituras (Ef 4.13-16), através do ensino
fiel, da toda suficiente e sempre relevante Palavra de Deus (2Tm 2.15; 3.16-17), de uma
comunhão dos santos que é ao mesmo tempo significativa, disciplinadora, restauradora,
amorosa e que se separam daqueles que comungam com o pecado e apostasia ou dos que
não se separam, dos que persistem no erro (2Ts 3.6,7,11), mantendo as ordenanças,
conforme as normas bíblicas: Batismo e Ceia do Senhor, somente para os que andam em
santa comunhão, na Igreja (Lc 22.19; At 2.38-42; 8.35-38; Rm 6.3-6; 1Co 11.23-33).
3. Avançar resoluta e destemidamente com o Santo Evangelho, com o intuito de
comunicá-lo em sua pureza e simplicidade a toda criatura, sem medir esforços ou
sacrifícios, tendo a consciência de que um crente que não ganha almas, possivelmente nem
crente seja, ou no mínimo, não tem os frutos visíveis quanto a sua felicidade em relação à real
missão do crente na terra. Em 2 Coríntios 9.6 é dada a razão porque muitas igrejas não
crescem e outras conseguem crescer – “E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco
também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará.”
4. Discipular cada crente para ser um obreiro ou ministro leigo com a consciência de
que cada crente foi salvo para servir; e um salvo que não serve, está a testemunhar que não é
salvo, pois o “fruto” é algo a ser esperado de uma árvore viva, senão está doente ou morta.
Portanto, a Grande comissão da igreja é de caráter prioritário e urgente urgentíssimo, e
consiste de incansável evangelismo pessoal dos perdidos e do discipulado eficiente dos
novos ou deficientes na fé, acompanhando-os até que eles sejam maduros e capazes de se
reproduzirem (Mt 28.19-20; 2Tm 2.2). O discipulado implica na responsabilidade mútua de
todos os crentes, uns para com os outros (Mt 18.5-14), inclui também a necessidade de
disciplinar os membros em pecado, de acordo com as normas da Escritura (Mt 18.15-22;
At 5.1-11; 1Co 5.1-13; 2Ts 3.6-15; 1Tm 1.19-20; Tt 1.10,16).
5. E por último, para garantir força, saúde e integridade da Igreja, é seu propósito inarredável,
não só a sua edificação, mas também, o zelo pra que ninguém destrua esta edificação; e
isto, implica em batalhar pela fé, uma vez por todas entregue aos santos, como coluna e
baluarte da verdade, ou seja, primeiramente viver de tal modo, que a própria vida do crente
seja a maior apologia e defesa de sua fé, e em segundo lugar, permanecer vigilante, para que
possa perceber e denunciar toda negação da fé bíblica, assim mantendo-se separado de
todo tipo de apostasia e de todas as formas de erro e mundanismo que gangrenam e tem
matado as igrejas infiéis (1 Tm 3.15; Jd 3-4).

VI. A IGREJA EM FIGURAS
Para ressaltar aspectos particulares da Igreja, Deus se utiliza na Bíblia de várias figuras
comparativas. Vejamos algumas delas:
1. O Corpo de Cristo. Ressalta a unidade da Igreja como organismo vivo. É a unidade na
diversidade: “Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1Co
12.27).
2. Um Rebanho. Ressalta a unidade (um só rebanho) e a pluralidade (muitas ovelhas).
“Somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio” (Sl 100.3). Destaca também a necessidade
que a ovelha tem do pastor: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará” (Sl 23.1); “...então,
haverá um rebanho e um pastor” (Jo 10.16).
3. Uma Montanha. Ressalta a Igreja como povo firme e inabalável: “Os que confiam no
Senhor são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl 125.1). Confira: Is
2.2-4; Dn 2.31-45.
4. Um Edifício ou Santuário. Ressalta a Igreja como um monumento ou um templo em
processo de construção, indicando solidez, propósito, utilidade e adoração: “Não sabeis que
sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1Co 3.16).
5. Uma Planta. Ressalta a Igreja como um organismo vivo, que recebe esta vitalidade pela
sua união com Cristo. Sugere que o poder vital para a produtividade é a seiva, que vinda das
raízes e do tronco, vitaliza todos os ramos: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o
agricultor... Eu sou a videira; vós os ramos” (Jo 15.1,5).
6. Uma Família. Ressalta a Igreja como um lugar de amor e união, onde as pessoas estão
ligadas pelos laços da afetividade: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas
concidadãos dos santos, e sois família de Deus (Ef 2.19).

CONCLUSÃO: Podemos dizer sobre a Igreja, além de tudo o que foi dito, que ela é:
01. A única Instituição que Jesus prometeu edificar e abençoar (Mt 16.18).
02. Lugar de reunião dos verdadeiros adoradores (Fp 3.3).
03. A assembleia mais preciosa sobre a terra, uma vez que Cristo a adquiriu com o seu próprio sangue (At 20.28).
04. A expressão terrena da realidade celestial (Mt 6.10).
05. A esfera da comunhão espiritual (Hb 10.22-25).
06. Quem proclama e protege a verdade divina (1Tm 3.15).
07. O lugar principal de edificação e crescimento espirituais (Ef 4.11-16).
08. A plataforma de lançamento para a evangelização do mundo (Mc 16.15).
09. O ambiente em que se desenvolve e amadurece uma liderança espiritual e forte (2Tm 2.2).
10. A Igreja por fim triunfará, tanto no âmbito universal como local (Mt 16.18).
Sendo assim, para todos nós, há motivos para amarmos a Igreja, honrá-la e ded icarmo-nos inteiramente a Ela.



Pb. Marcus Rogério. 
Supervisor da Congrgação Mario Filho

Editado e Adptado 
Abdias Barreto
Contatos:
(85)8857-5757
 ab7.7@hotmail.com

sábado, 20 de agosto de 2011

CATOLICISMO ROMANO E SUAS HERESIAS

INTRIDUÇÃO: Século XXI, todos nós temos constatado que esse é o século da tecnologia, da internet, do computador e da era digital, o que concordamos em numero genero e grau, e ousamos afirmar que muitas evoluções e inovações estão por vir, pois o homem tem uma inteligência fora do comum, capaz de descobrir coisas que ele mesmo se surpreende. O que infelizmente ja não podemos afirmar no que diz respeito aa HERESIAS, OS FALSOS PROFETAS e seus ensinos distorcidos, os séculos passaram, a ciência evoluiu, a tecnologia enfim, em tudo houve uma grande evolução, no entanto a forma maléfica de se ensinar e propagar as HERESIAS continua a mesma, sempre tentando distorcer as verdades da BIBLIA SAGRADA, mudam-se as táticas, as roupagens, porem o conteúdo é sempre o mesmo, ENSINO FRAUDULENTO, DESPROVIDO DA VERDADE BIBLICA. Analisemos os ensinos de uma das mais conhecidas e frequentada igreja, que inclusiva toma para si o titulo de a única verdadeira, Fato que com uma simples consulta ao texto sagrado, podemos sem muita dificuldade verificar que o que dizem não passa de uma fraude e tentativa de conter e impedir a propagação da verdadeira palavra de DEUS.

ENSINOS DO CATOLICISMO
1.   A Igreja Católica é a única Igreja de Cristo. E, portanto, fora dela não há salvação.
2.  A missão de Jesus não é salvar os pecadores, mas sim, julgá-los e puni-los. Quem tem por ofício nos salvar, é Maria, não Cristo.
3.   As estátuas de Maria podem chorar sorrir, sangrar, exalar fragrância e até falar.
4.  Maria morreu para nos salvar, ressuscitou dentre os mortos e subiu ao Céu em corpo e alma, onde, como Rainha junto ao Rei, intercede por nós junto a Cristo. (Aliás, a suposta ressurreição de Maria já é doutrina de fé, mas ainda não é artigo de fé, isto é, dogma. Logo, se algum católico crer que ela foi assunta ao Céu, sem passar pela morte, não será, por isso, excomungado.)


   5.  Maria, a quem o Pai deu o ofício de nos salvar, é:
   Ø  A verdadeira medianeira entre Deus e os homens.
   Ø  A única advogada dos pecadores.
   Ø  Nosso único refúgio.
   Ø  A salvadora da humanidade.
  Ø  A porta de acesso ao Céu, pela qual, todos os que se salvam, têm que passar.
   Ø  A escada do Paraíso.
   Ø  O caminho que conduz a Deus.
Ø  Nossa Corredentora.
Ø  Nossa Senhora.
Ø  Nossa Mãe; entre muitos outros.

Sobre o perdão dos pecados, a Igreja Católica prega o seguinte:
1.    O perdão dos pecados não anula a sentença do pecador, mas tão-somente diminui a pena; por cujo motivo, para cada pecado perdoado há uma pena a ser cumprida. Logo, o perdoado não poderá entrar no Céu sem antes cumprir a pena devida pelo pecado já perdoado. Além disso, ter-se-á que se tornar perfeito.
2.    A pena devida pelo pecado já perdoado pode ser cumprida neste mundo através de boas obras e/ou sofrimentos. Mas, se não for cumprida aqui na Terra, sê-lo-á no além-túmulo, no estado chamado purgatório.
3.    Há um expediente chamado indulgência, que se divide em duas: plenária e parcial. Esta diminui a pena que o perdoado tem que cumprir antes de entrar no Céu; e aquela elimina todas as marcas deixadas pelo pecado já perdoado. Portanto, a menos que o portador de uma indulgência plenária ainda não tenha se tornado perfeito, à morte irá direto para o Paraíso Celestial.
4.    Os recém-nascidos não batizados não são filhos de Deus, mas sim, escravos do poder das trevas e estão debaixo do poder do Maligno. E, se morrerem sem o batismo, vão para um lugar onde não podem ver a face de Deus. Neste lugar, tais criancinhas vivem um estado chamado Limbo, do qual talvez possam sair um dia.
Sobre a Bíblia, a Igreja Católica prega o que:
1. Só o Papa pode interpretar corretamente a Bíblia. E sua pronunciação da mesma é isenta de todo e qualquer erro. Logo, quando, neste caso, nossa interpretação não coincide com a dele, invariavelmente o erro está em nós. E, sendo assim, todos, inclusive os bispos, devem duvidar da autenticidade de possíveis conclusões pessoais opostas à pronunciação hermenêutica de Sua Santidade, já que, neste caso, o Papa é infalível.
2.  A Bíblia dos evangélicos é incompleta e indigna de confiança. É incompleta porque não contém os Deuterocanônicos, que eles chamam de Apócrifos; e é indigna de confiança porque não desfruta do IMPRIMATUR de uma autoridade católica, isto é, o próprio Papa ou um Bispo ordenado pelo sucessor de São Pedro.
3.    A Bíblia, além de conter erros, não é a única fonte de fé do cristão, visto que Deus nos deu também a Tradição (isto é, a pregação de Jesus Cristo que não foi escrita, mas transmitida oralmente através dos séculos, pelo clero da Igreja católica) e o infalível Magistério da Igreja (o Papa e os Bispos), o único encarregado por Deus de interpretá-la corretamente.
4.    Embora a Bíblia e a Tradição constituam “um só sagrado depósito da Palavra de Deus”, a Tradição está acima da Bíblia.
5.    Os Bispos também são infalíveis na interpretação da Bíblia, mas só enquanto em comunhão com o Papa. Consequentemente, se um bispo pronunciar contra uma declaração ex-cátedra de Sua Santidade, demonstrará, com isso, que já não está em comunhão com o sucessor de São Pedro; e que, portanto, não deve ser seguido, visto estar claro que já perdeu o carisma de infalibilidade com a qual Cristo dotou o Magistério da Igreja.
6.    Diferentemente dos Bispos e seus superiores hierárquicos, os Padres não são infalíveis, pois não receberam de Deus o ofício de interpretar a Bíblia, mas sim, o de repetir aos ouvidos de seus fiéis, o que foi decidido pelo infalível Magistério da Igreja. E aos leigos compete acatar, sem questionar, visto que nenhuma das pronunciações Bíblicas de Sua Santidade está em discussão.
OUTROS ENSINAMENTOS
1-    O pão (hóstia) da Eucaristia (que nós, os evangélicos, chamamos de Santa Ceia do Senhor), devido à transubstanciação, não é um símbolo do corpo de Cristo, mas sim, o próprio Jesus. A hóstia é Jesus Cristo completo, com Seu corpo, Sua alma, Seu sangue, Sua divindade... Santo Tomás de Aquino cria que até os ossos, nervos, e tudo o mais, de Cristo, estão presentes na hóstia. E a esse “Jesus” transubstanciado, também chamado de Jesus Eucarístico, os clérigos católicos prestam o culto supremo de adoração, devido somente a Deus, já que Cristo é Deus, e a hóstia é Cristo. Ademais, embora esteja escrito na Bíblia “coma deste pão e beba deste cálice”, os Papas definem, com sua autoridade apostólica, que beber o vinho não é necessário aos fiéis leigos, podendo ser bebido apenas pelos clérigos.

2-    Os espíritos dos mortos podem se comunicar com os vivos e até pedir missas.

3-   Embora o apóstolo Paulo tenha dito que “convém que o Bispto seja marido de uma só mulher”, do que se depreende que havia Bispos casados na Igreja Primitiva, decidimos _ com a nossa autoridade apostólica _ por conferir o Sacramento da Ordem somente aos que optam pelo celibato. E para tanto nos respaldamos no próprio apóstolo Paulo, que também reconheceu que o celibato é o que há de melhor para os vocacionados ao Santo Ofício Pastoral.

4-   Um casamento autêntico _ isto é, celebrado por um Padre, dentro dos moldes do Catolicismo _, só será desfeito mediante a morte de um dos cônjuges. Logo, os que, nesta condição, se divorciaram _ mesmo por terem sido traídos por seus respectivos cônjuges adúlteros _ e contraíram novas núpcias, estão em pecado de adultério. E Jesus asseverou que os adúlteros não herdarão o Reino de Deus. Portanto, os tais não podem (até que se corrijam) comer a hóstia;

5- O culto que a santa Igreja Católica presta a Maria e aos demais santos, quer direto, quer indiretamente (através de suas imagens), não é um ato idolátrico _ como erroneamente o supõem os protestantes _, já que não cultuamos aos deuses, e sim, aos santos. O culto às imagens dos santos difere do culto aos deuses, praticado pelos pagãos e proibido pelas Sagradas Escrituras. Não é difícil perceber a grande diferença existente entre o culto aos deuses, prestado pelos pagãos, e o culto que nós, os católicos, devotamos à Mãe de Deus e aos demais santos. Ao culto a Maria e aos demais santos, chamamos, respectivamente, de hiperdulia e dulia; ao passo que ao culto de adoração devido só a Deus, damos o nome de latria. Sim, não adoramos aos santos, mas tão-somente lhes prestamos culto, isto é, veneração. Realmente, só Deus é digno de adoração. E, por isso mesmo, só tributamos o culto latrêutico, a Deus.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Podemos ver claramente que tais ensinos, doutrinas e dogmas aqui apresentados quando colocados e confrontados com a Bíblia Sagrada que é a Palavra de Deus não registem e logo caem por terra, ficando assim claro que o intento dos lideres da igreja católica romana não é outro senão alimentar seus próprios interesses pessoais, financeiros, e promover a causa do inimigo da IGREJA DE CRISTO, que é roubar-lhe a devida GLORIA, a quem nós repudiamos de forma veemente, e afirmamos com convicção que só JESUS, é digno de HONRA, GLORIA E LOLOVOR PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS.



REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
-Vinte Razões Porque Não Sou Católico – Amilton Justus – Editor
-Roma Sempre a Mesma - Hipólito Campos – 1ª edição.
-Por que estes ex-protestantes se tornaram católicos? MOURA, Jaime Francisco de. São José dos Campos: Editora COMDEUS. 4 ed. 2007,  pp. 89-90).
-Catolicismo romano que seita é essa?- Joel Santana.
    
EDITADO E ADAPTADO POR:
ABDIAS BARRETO
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