Relogio Com Comentario

VERSÍCULO DO DIA

domingo, 25 de novembro de 2012

AFIRMAÇÕES DE JESUS SOBRE SUA PESSOA

QUEM JESUS DISSE QUE ERA?
O início da vida humana de Jesus pode ser traçado em poucas palavras — Ele teve uma vida humilde e trabalhou em uma carpintaria na obscura aldeia de Nazaré. Entretanto, apesar dessa origem humilde, em nenhum momento Ele teve dúvidas sobre sua pessoa ou propósito. Assim que iniciou seu ministério público, Ele passou a ensinar e demonstrar a todos que era mais do que humano, que de fato Ele era Deus vindo em forma humana. Quando seus inimigos perceberam a importância de suas afirmações, pegaram em pedras para matá-lo (Jo 8.59; 10.31).
Finalmente, milhares de seus amigos e seguidores creram nele, confessando que “jamais alguém falou como este homem” (João 7.46). Eles nunca tinham ouvido alguém exclamar que “aqui está quem é maior do que Jonas” ou “aqui está quem é maior do que Salomão” ou “a principal pedra” está aqui ou o supremo “EU SOU” está aqui! (Mateus 12.41-42; Lucas 20.17; João 8.58). Jesus fez cada uma dessas afirmações, e outras mais. Ele sabia exatamente quem era: o divino Filho de Deus, a segunda pessoa da trindade.

Afirmações Corajosas Que Requerem Resposta

Meu amigo e colega de muitos anos, o Dr. Henry Morris II, um dos três maiores estudiosos que já conheci, fez o seguinte comentário sobre as afirmações de Jesus como divindade:
Tais afirmações devem ser estudadas cuidadosamente e com extrema seriedade. Elas foram feitas realmente pelo próprio Cristo e, de acordo com as regras da razão e da lógica, devem ser aceitas como verdade absoluta. Elas equivalem in toto a uma afirmação absoluta e dogmática: que Jesus Cristo é Ele mesmo o Deus eterno! Sendo assim, se uma pessoa desconsiderar ou rejeitar este fato, isto lhe custará a perda trágica e eterna de sua própria alma.

As alegações são muitas e variadas, mas todas resultam, tanto individual como coletivamente, na afirmação do caráter singular de Jesus como o eterno Filho de Deus. Uma amostragem disso é dada abaixo, sem qualquer comentário (porque nenhum é necessário):
 “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”(Jo 14.6)

“O Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados.” (Mt 9.6)

“Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai que está nos céus.” (Mt 10.32)

“Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” (Mt 11.27)

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente.” (Jo 11.25,26)

“O Filho do homem é senhor também do sábado.” (Mc 2.28)

“Quem perder a vida por minha causa, esse a salvará.” (Lc 9.24)

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida.” (Jo 8.12)

“Quando vier o Filho do homem, achará porventura fé na terra?” (Lc 18.8)

“O Filho do homem... veio para dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mc 10.45)

“Aquele... que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede.” (Jo 4.14)

“O Pai... ao Filho confiou todo o julgamento.” (Jo 5.22)
“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28)

“Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem, viverão.” (Jo 5.25)

“Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.” (Lc 21.33)

“Antes que Abraão existisse, EU SOU.” (Jo 8.58)

“Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16.18)

“Eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim são ladrões e salteadores.” (Jo 10.7,8)

“Eu e o Pai somos um.”(Jo 10.30)

“Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, jamais terá fome.” (Jo 6.35)

Afirmações como essas poderiam ser acrescentadas em grande número. Lembre-se de que Ele, por não ter pecado, jamais o enganaria e que, sendo o mais sábio dos mestres, não poderia estar enganado. As reivindicações são verdadeiras, e as promessas, confiáveis. Frente a essa evidência incontestável, podemos apenas dizer, como o ex-cético Tome: “Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20.28).

Uma Evidência Inquestionável

Os que alegam que Jesus estava confuso sobre sua identidade não devem ter lido os registros do evangelho. Não pode haver dúvida de que Jesus sabia que Ele era o Messias, como prova um incidente registrado em João 4.
Um dia Jesus encontrou uma mulher samaritana no famoso poço de Jacó. Jesus, que nunca havia encontrado antes aquela mulher, mostrou sua natureza divina dizendo-lhe (para sua enorme surpresa) que ela tivera cinco maridos e estava naquele momento vivendo com um homem, sem ser casada com ele. Imediatamente ela reconheceu que Ele era “um profeta” (versículo 19).
Após ter conversado com Jesus, ela fez uma declaração que indica que o conhecimento da vinda de um Messias estava bastante difundido, mesmo em Samaria. Esta mulher pecadora disse: “Eu sei... que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando Ele vier nos anunciará todas as coisas.” Observe o que Jesus respondeu: “Disse-lhe Jesus: ‘Eu o sou, eu que falo contigo’“ (versículos 25-26).
Nunca é demais enfatizar a importância dessa conversão, pois ela prova que mesmo as pessoas leigas naqueles dias sabiam sobre a vinda do Messias. E também uma aceitação clara e direta da parte de Jesus de que Ele era o Messias pelo qual as pessoas estavam esperando. Este texto deixa claro que Jesus não estava confuso sobre quem Ele era.

Seis Afirmações Específicas da Divindade.

O capítulo cinco de João contém a mais clara das afirmações de Jesus sobre sua divindade encontrada no Novo Testamento. Existem outras passagens abordando esse mesmo assunto, como já vimos acima, mas só nesse capítulo são encontradas seis citações. João, uma testemunha ocular dos eventos da vida de Jesus, em um único dia ouviu-o relacionar estas seis características de sua divindade. Tomadas em conjunto, elas provam que Jesus acreditava ser mais do que um homem, que de fato era Deus em forma humana.
Estas seis afirmações da divindade foram feitas a um grupo de líderes judeus que objetaram quando, em um sábado, Jesus curou um inválido.
Jesus tinha ido a Jerusalém para a festa da páscoa, como os homens israelitas deviam fazer três vezes por ano. Enquanto estava lá, Jesus foi visitar o tanque de Betesda, onde havia “uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos [esperando que se movesse a água...]”. João, uma testemunha ocular, relata a história:
Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim havia muito tempo, perguntou-lhe:”Queres ser curado?” Respondeu-lhe o enfermo: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.”
Então lhe disse Jesus: “Levanta-te, toma o teu leito e anda. “Imediatamente o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado. Por isso disseram os judeus ao que fora curado: “Hoje é sábado e não te é lícito carregar o leito. “Ao que ele lhes respondeu: “O mesmo que me curou me disse: “Toma o teu leito e anda”. Perguntaram-lhe eles: “Quem é o homem que te disse: ‘Toma o teu leito e anda ? “Mas o que fora curado não sabia quem era; porque Jesus se havia retirado, por haver muita gente naquele lugar.
Mais tarde Jesus o encontrou no templo e lhe disse: “Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior.” O homem retirou-se e disse aos judeus que fora Jesus quem o havia curado. E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado (Jo 5.5-16).

O ensino decorrente desse acontecimento foi motivado pela exagerada devoção dos judeus à guarda do sábado, em obediência ao quarto mandamento. Eles desconsideraram o fato de que Deus já havia permitido algumas exceções a este mandamento, no Velho Testamento, para emergências e atos de bondade (Veja Números 28.9-10; 1 Samuel 21.1-6; Mateus 12.11-12). Alguns ficaram tão transtornados com esse milagre realizado no dia de sábado que procuraram matar Jesus, muito embora isto significasse uma violação do sexto mandamento. Para eles, Jesus tinha cometido um pecado imperdoável: tinha se considerado “igual a Deus”. Jesus justificou suas ações fazendo seis afirmações clássicas de sua divindade.
Embora esses atributos legítimos de sua divindade não abrangessem todas as características desta natureza demonstradas durante sua vida, eles provam que logo depois de deixar sua oficina de carpinteiro em Nazaré, Jesus proclamou, sem deixar dúvida, quem Ele era: Deus em forma humana. E Ele nunca desmentiu isso.

1. Jesus afirmou ser Deus encarnado

Ele respondeu aos fariseus: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” Portanto os judeus procuravam mais ainda matá-lo, porque Ele não somente desrespeitou o sábado, “mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus” (Jo 5.17-18).
Para defender seu trabalho no sábado, Jesus citou o exemplo do próprio Deus Pai, que trabalhou no dia de sábado, mesmo depois da criação. Na verdade, Deus “descansou” no sentido de que nenhuma ação criadora foi realizada no sétimo dia, mas Ele sustentou sua criação naquele primeiro sábado e em cada sábado desde então. Quando Jesus argumentou que estava “trabalhando” (ou fazendo o bem) no dia de sábado, Ele estava defendendo a prática de ações semelhantes àquelas de “meu Pai”. Os judeus imediatamente perceberam o que Ele estava querendo dizer — que era o Filho de Deus e, portanto, igual a Deus. Foi por isso que eles “ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”.
A mensagem de Jesus não podia ser mais clara. Ele se considerou “igual a Deus”.
No versículo 19 Ele amplia essa afirmação, sustentando que estava tão unido ao Pai que “o Filho” fazia coisas da mesma forma que o Pai. Jesus não hesitou em personalizar seu relacionamento com Deus de um modo impossível para os judeus. Abraão, Isaque e Jacó, seus respeitáveis antepassados, jamais tinham dito “Deus é meu Pai”, porém Jesus não vacilou em fazê-lo. Por quê? Porque Ele era “o Filho de Deus” em forma humana! Ele nunca recuou no uso deste título. E nunca se considerou apenas “uni Filho de Deus”, mas sempre “o Filho de Deus”. Para os judeus isto era uma terrível blasfêmia; para Ele era a confirmação de um fato.

2. Jesus afirmou seu poder de ressuscitar os mortos

“Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer” (Jo 5.21).
“Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (Jo 5.28-29).
Os judeus do tempo de Jesus (com exceção da pequena seita dos saduceus) acreditavam na ressurreição e na vida depois da morte. Por esta razão Marta pôde dizer a Jesus de seu falecido irmão Lázaro: “Eu sei... que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia” (João 11.24). Como todos os judeus, ela tinha aprendido esta doutrina desde a infância. Mas os judeus acreditavam que somente Deus podia ressuscitar os mortos. Nesta passagem, Jesus alega que Ele é quem ressuscita os mortos.
Permita-me fazer-lhe uma pergunta: alguma vez você tentou ressuscitar os mortos? Certamente que não. Nós, humanos, nunca admitimos tal autoridade e poder. Muitas vezes como ministro do evangelho desejei ter poder para ressuscitar algumas pessoas como aquele jovem pai que deixou esposa e três filhas... ou aquele lindo bebê... ou aquele jovem levado no auge de sua vida. Mas, francamente, embora eu pudesse ansiar por esse poder, nunca fui sequer tentado a praticar esta ação. Por que não? Porque somente Deus pode ressuscitar os mortos! E este é o ensino de Jesus.
As Escrituras relatam quatro casos de ressurreição de mortos realizados por dois profetas (Elias e Eliseu) e por dois apóstolos (Paulo e Pedro). Mas em cada ocasião eles esclareceram que foi Deus quem os usou para realizar o milagre. Jesus ressuscitou um homem por seu próprio poder e foi o único que ressuscitou alguém morto há quatro dias. O que também não deve passar desapercebido é que Jesus não somente ressuscitou três pessoas, mas garantiu que ressuscitaria tanto os justos como os injustos no dia do juízo. Seus ouvintes estavam perfeitamente familiarizados com a profecia de Daniel de que haveria dois tipos de ressurreição no final dos tempos: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Daniel 12.2). Em João 5.29, Jesus está nitidamente afirmando ser aquele que realiza essas ressurreições. Tal afirmação podia ser feita somente por Deus ou por alguém desequilibrado mental. E uma vez que sua vida, ensinos e ministério não indicam nenhum distúrbio mental, e sim, como veremos, manifestam muitas características divinas, somos forçados a concluir que Ele era realmente o unigênito “Filho de Deus” em forma humana.
O fato de Jesus ter demonstrado poder para ressuscitar três pessoas mortas durante seu ministério (fez isso quando esteve em funerais) e levantar-se de seu túmulo ao terceiro dia, lançando os fundamentos da religião que leva seu nome, coloca diante de toda a humanidade uma pergunta essencial: “Quem possui vida em si mesmo e poder para ressuscitar os mortos?” Resposta: “Somente Deus!”

3. Jesus afirmou ser o futuro juiz de todos os homens

 “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo o julgamento” (Jo 5.22).

Os seres humanos sabem intuitivamente que algum dia serão julgados por Deus, de acordo com aquilo que fizeram na terra. Muitos que semearam o mal adotam o ateísmo, temerosos da justiça de Deus. Tentam com isso rejeitar tanto Cristo como Deus, e por conseguinte o dia do juízo. Se, por alguma razão, eles rejeitam a existência de Deus, podem também lançar dúvidas sobre o encontro final com Ele no dia do juízo — pelo menos até o momento da morte, quando tais fantasias desaparecem. Nesta encruzilhada, alguns — como o cético francês Voltaire ou o moderno humanista francês Sartre — entram na eternidade sem Cristo, gemendo de pavor e desesperança.
Para nossos propósitos aqui, é importante notar que Jesus Cristo afirmou publicamente que nenhuma pessoa, em sã consciência, jamais pensaria de si mesma: “Eu sou o Deus soberano que irá julgar todos os homens.” Esta é uma prerrogativa impossível a qualquer pessoa — exceto, naturalmente, se Ele for verdadeiramente Deus. Jesus de Nazaré fez exatamente esta afirmação. Portanto, Ele se considerava divino e ensinou abertamente que um dia todos os seres humanos comparecerão diante dele para serem julgados.
Jesus ensinou claramente que haverá um julgamento final e sabemos por outras passagens bíblicas que tal veredicto será eterno. Se você nunca aceitou Cristo como seu salvador, alguma vez já parou para considerar que, quando estiver sendo julgado diante do “grande trono branco” (Apocalipse 20.11), você irá enfrentar a mesma pessoa da trindade que morreu na cruz por seus pecados como um substituto voluntário? Naquele momento você terá de admitir que o rejeitou. Se você acredita que Deus passará por cima de seus pecados e de sua rejeição a Cristo, sua crença não pode ser baseada na Bíblia, pois ela ensina claramente que Jesus é o único caminho para a salvação (João 14.6; Atos 4.12). E todos que o rejeitam prestarão conta disso.
“De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça? Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu o retribuirei/ E outra vez: O Senhor julgará o seu povo/ Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb 10.29-31).

4. Jesus afirmou ser tão digno de honra quanto Deus

“...a fim de que todos honrem o Filho, do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou” (Jo 5.23).

Quando Jesus disse que, assim como os homens honravam e adoravam a Deus, deveriam igualmente honrá-lo e adorá-lo, Ele estava novamente afirmando não possuir uma natureza simplesmente humana. A prova de que os judeus consideraram a afirmação uma grande blasfêmia é observada em sua tentativa subseqüente de matá-lo. Honra e adoração a Deus eram partes integrantes da fé judaica há vários séculos. A reverência a Deus era tão grande que eles nem mesmo pronunciavam seu nome em voz alta. Entretanto, Jesus afirmava abertamente ser tão digno de honra quanto o Pai, pois era igual a Ele.
Quase cinqüenta anos depois, o apóstolo João escreveu que uma das condições essenciais para a salvação era honrar o Filho do mesmo modo como honramos o Pai  (1 João 2.23; 4.15; 5.10-12). Não ofendemos a Deus por honrar igualmente o Pai e seu Filho; pelo contrário, recebemos a bênção de Deus todas as vezes em que honramos a ambos.

5. Jesus afirmou a autoridade de conceder vida eterna

“Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).
Outro desejo universal encontrado em cada coração humano é o de viver para sempre. As religiões do mundo anunciam a vida após a morte como sendo um paraíso [algo como um eldorado terrestre], “nirvana” [paz ou quietude perpétua] ou qualquer outra coisa que identificam como “céu”.
Somente os doutrinados no ateísmo podem dizer com alguma convicção: “Quando você morre, está tudo acabado”. E mesmo alguns deles têm mudado de opinião com a aproximação da morte.
Todas as religiões do mundo falham ao ensinar como as pessoas podem ter garantia de salvação eterna. Invariavelmente, elas prescrevem um sistema baseado em boas obras ou esforço próprio. No cristianismo não é assim. Jesus afirmou de maneira incontestável que tinha autoridade para proporcionar a salvação eterna e concedê-la a todo aquele que “ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou” (João 5.24).
A chave é crer que Jesus foi enviado por Deus e pode dar vida àqueles que crerem nele (isto é, depositam sua fé nele). Ele afirmou ser o próprio objeto da fé, capaz de outorgar a salvação. Isto, naturalmente, seria um absurdo se Jesus fosse apenas homem.
Mas, se Ele é Deus, como afirmou, então certamente tem a capacidade de conceder a vida eterna. E é isto que Deus faz!

6. Jesus afirmou ser a fonte da vida

“Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do homem” (Jo 5.26-27).
Jesus declarou corajosamente que partilhava sua natureza com Deus, tornando-se assim a fonte da vida. Os judeus tinham uma expressão para esta característica divina, usada pelo próprio Deus quando falou a Moisés na sarça ardente. Quando o povo perguntasse a Moisés: “Quem o enviou?”, ele foi instruído a dizer: “EU SOU me enviou” (Êxodo 3.13-14). Esta é a expressão suprema de Deus. Ela significa essencialmente que Deus é “o princípio de todas as coisas”.
Quando Jesus afirmou que tinha “vida em si mesmo”, exatamente como o Pai, isso equivalia a identificar-se com “EU SOU”, a causa não causada de todas as coisas. Não é surpresa, pois, encontrá-lo em João 8.58 usando este mesmo título para se identificar. Ele anunciou aos judeus: “antes que Abraão existisse, EU SOU.” Ao longo de seu ministério Ele desenvolveu este título, afirmando-o uma vez ou outra: “Eu Sou a luz do mundo... Eu Sou o caminho... Eu Sou a verdade... Eu Sou o Messias... Eu Sou a porta das ovelhas... Eu Sou o bom pastor... Eu Sou o Filho de Deus” (Veja João 4.26; 8.12; 10.7; 11.36; 14.6). Nenhuma afirmação mais forte da divindade podia ser feita por outra pessoa. Os judeus entenderam isto perfeitamente — razão por que tentaram apedrejá-lo. “Sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (Jo 10.33), disseram eles enfurecidos.
Após a leitura desta lista de seis afirmações, não podemos deixar de concluir que Jesus se considerava mais do que um simples ser humano. Ele sabia que era o Filho de Deus, que todo poder e autoridade residiam nele. Esta é a razão por que, na grande comissão após sua ressurreição, Ele lembrou a seus discípulos: “Toda a autoridade me foi dada” (Mateus 28.18).
A lista apresentada acima, por si só, prova que Jesus afirmava ser Deus em forma humana. Ele disse estas coisas publicamente, para que os outros pudessem chegar à mesma conclusão. Aqueles que aceitaram suas afirmações tornaram-se seus ardorosos seguidores; outros as rejeitaram e seguiram seus próprios caminhos. A salvação é sempre assim; Deus nos deu liberdade para crer nele ou rejeitá-lo, de acordo com nossa vontade. A escolha é sempre deixada para nós.
Fonte: Um Homem Chamado Jesus.
Tim La Haya.


"Quando DEUS trabalha O HOMEM muda!" 
Prof. Abdias Barreto
Contatos: (85).8857-5757. 
profabdias@gmail.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu Comentário... Assim você estará contribuindo com nossos leitores. Grato!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...