Relogio Com Comentario

VERSÍCULO DO DIA

terça-feira, 30 de julho de 2013

A BÍBLIA E SUAS TRADUÇÕES


T R A D U Ç Õ E S - D A - B Í B L I A. 

Você sabia que a Bíblia foi traduzida, ao longo dos séculos, em mais de 2.400 línguas e idiomas diferentes, incluindo a língua portuguesa? As traduções foram divididas em:

- IDADE MÉDIA.
A primeira tradução que se tem notícia é a do rei Dinis de Portugal. Sendo que em 1491 é imprimido o Comentários sobre o Pentateuco que, além do Pentateuco, tinha os Targumim sírios e o grego de Onquelos.

- Tradução de João Ferreira de Almeida
É considerada um marco na história da Bíblia em português porque foi a primeira tradução do Novo Testamento a partir das línguss originais. O próprio Almeida revisou o texto durante dez anos, sendo publicado após a sua morte, em 1693. Enquanto revisava, trabalhava também no Antigo Testamento. O Pentateuco ficou pronto em 1683. Há uma tradução dos Salmos que foi publicada em 1695. A tradução completa, após muitas revisões, foi publicada em dois volumes, um 1748, revisado pelo próprio den Akker e por Cristóvão Teodósio Walther, e outro em 1753. Em 1819, a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira publica uma 3ª edição da Bíblia completa, em um volume.

- Tradução de António Pereira de Figueiredo
O Novo Testamento foi publicado entre 1778 e 1781 em seis volumes. O Antigo Testamento foi publicado entre 1782 e 1790 em 17 volumes. A versão em sete volumes, que é considerada padrão, foi publicada em 1819, sendo que a versão em volume único foi publicada em 1821.

- Traduções no Brasil
A tradução se principiou em 1902. Os dois primeiros evangelhos foram editados em 1904, e depois de alguma crítica e revisão, o Evangelho de Mateus saiu novamente em 1905. Os Evangelhos e o livro dos Atos dos Apóstolos foram publicados em 1906, e o Novo Testamento completo em 1910. Publicada em sua inteireza em 1917, apresenta características eruditas, sendo bastante literal em relação aos textos originais. A Almeida Revista e Corrigida foi a primeira Bíblia a ser impressa no Brasil, em 1948. Está em circulação a revisão de 1995.

B Í B L I A – Traduções em Português
Os mais antigos registros de tradução de trechos da Bíblia para o português datam do final do século XV. 
Porém, centenas de anos se passaram até que a primeira versão completa estivesse disponível em três volumes, em 1753. Trata-se da tradução de João Ferreira de Almeida. 
A primeira impressão da Bíblia completa em português, em um único volume, aconteceu em Londres, em 1819, também na versão de Almeida. 

Veja a seguir a cronologia das principais traduções da Bíblia completa publicadas na língua portuguesa.

TRADUÇÕES DA BÍBLIA EM PORTUGUÊS.
· 1753 - Publicação da tradução de João Ferreira de Almeida, em três volumes.
· 1790 - Versão de Figueiredo – elaborada a partir da Vulgata pelo Padre católico Antônio Pereira de Figueiredo, publicada em sete volumes, depois de 18 anos de trabalho.
· 1819 - Primeira impressão da Bíblia completa em português, em um único volume. Tradução de João Ferreira de Almeida.
· 1898 - Revisão da versão de João Ferreira de Almeida, que recebeu o nome de Revista e Corrigida. A tradução de Almeida foi trazida para o Brasil pela Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em data anterior à fundação da SBB. Naquela época, a tradução de Almeida foi entregue a uma comissão de tradutores brasileiros, que foram incumbidos de tirar os lusitanismos do texto, dando a ele uma feição mais brasileira.
· 1917 - Versão Brasileira. Elaborada a partir dos originais, foi produzida durante 15 anos por uma comissão de especialistas e sob a consultoria de alguns ilustres brasileiros. Entre eles: Rui Barbosa, José Veríssimo e Heráclito Graça.
· 1932 - Versão de Matos Soares, elaborada em Portugal.
· 1956 - Versão Revista e Atualizada, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil. Quando em 1948, a SBB foi fundada, uma nova revisão de Almeida, independente da Revista e Corrigida, foi encomendada a outra equipe de tradutores brasileiros. O resultado desse novo trabalho, publicado em 1956, é o que hoje conhecemos como a versão Revista e Atualizada.
· 1959 - Versão dos Monges Beneditinos. Elaborada a partir dos originais para o francês, na Bélgica, e traduzida do francês para o português.
· 1968 - Versão dos Padres Capuchinhos. Elaborada no Brasil, a partir dos originais, para o português.
· 1988 - Bíblia na Linguagem de Hoje. Elaborada no Brasil, pela Comissão de Tradução da SBB, a partir dos originais.
· 1993 - 2a Edição da versão Revista e Atualizada, de Almeida, elaborada pela SBB.
· 1995 - 2a Edição da versão Revista e Corrigida, de Almeida, elaborada pela SBB.
· 2000 - Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Elaborada pela Comissão de Tradução da SBB.


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quinta-feira, 25 de julho de 2013

JESUS, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE

‪#‎Capp‬ ‪#‎BíbliaNeles‬ ‪#‎HeresiasNão‬ ‪#‎PlenitudedaPalavra‬
LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trim - 2013 - jovens e Adultos - CPAD.
Tema: Filipenses - A Humildade de CRISTO como exemplos para a Igreja.
Comentário: Pr. Elienai Cabral.
LIÇÃO 4 - JESU
S, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE - (Fp 2.5-11)
(28 de Julho de 2013).
OBJETIVO 
- Incentivar a todos a viverem uma vida de humildade e submissão, tomando como exemplo o nosso Salvador, Jesus Cristo que, mesmo sendo DEUS, não julgou por usurpação o ser igual a DEUS... (Ler Fp 2.5-11).
INTRODUÇÃO 
- Creio ser o tema mais difícil da Bíblia entender como uma pessoa só, pode ter e viver sob duas naturezas, sem que essas separem-se ou dividam-se em algum momento... Sugiro que como introdução que explique isso a todos: JESUS JAMAIS SEPAROU-SE OU AGIU EM ALGUM MOMENTO USANDO APENAS UMA DE SUAS DUAS NATUREZAS. Sempre esteve presente NELE desde o seu nascimento (Encarnação) as duas Naturezas. Portanto, não existe essa estória de: COMO DEUS FEZ ISSO OU AQUILO, E COMO HOMEM FEZ AQUILO OU AQUILO OUTRO. Em todas as suas ações era o Deus/Homem como também o Homem/Deus que estava em ação.
I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO

- “O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade” (Pv 15:33).
1. Ele deu o maior exemplo de humidade.
- Talvez nada esteja mais longe do alvo do homem do que ficar dependente de outra pessoa. Todos querem ser independentes. "Eu posso cuidar de mim mesmo" é ouvido quase diariamente. Deixar Deus ser tudo, rendendo-se a Ele e à Sua vontade é algo que precisamos trabalhar constantemente em nossa vidas. Em Jesus vemos perfeitamente esta dependência voluntária. Vejam as próprias palavras do Senhor no Livro de João:
5:19 - "O Filho nada pode fazer, senão aquilo que vir fazer o Pai”.
5:30 - "Eu nada posso fazer de Mim mesmo... Eu não procuro Minha própria vontade, e sim, a dAquele que Me enviou."
5:41 - "Eu não aceito glória que vem dos homens."
6:38 - "Eu desci dos Céus não para fazer a Minha vontade e sim a do Meu Pai."
7:16,17 - "Eu falo a doutrina de Deus e não por Mim mesmo."
8:28 - "Nada faço por Mim mesmo, mas como o Pai Me ensinou."
8:42 - "Não vim de modo próprio mas Deus Me enviou."
8:50 - "Eu não procuro a Minha própria glória.”
24:10 - "As palavras que vos digo, não as digo por Mim mesmo mas o Pai que permanece em Mim faz as Suas obras."
14:24 - “A palavra que estais ouvindo não é Minha mas do Pai que Me enviou."
- Jesus deu ao Pai toda a honra e glória. Foi assim que Deus conseguiu, na vida de Jesus, a redenção da humanidade. Cristo se tornou nada para que Deus pudesse ser tudo. Ele Se submeteu totalmente às palavras, obras e vontade do Pai. A vida de Cristo é a vida de autorenúncia, total submissão e completa dependência de Deus. Em tudo isso, Jesus não perdeu nada porque o Pai O exaltou acima de todo nome no Céu e na terra. Agora, ao nome de Jesus - o humilde -, todo joelho deve dobrar-se e toda língua confessar que Jesus Cristo é o Senhor para glória de Deus Pai (Fp 2:11).
2. Ele é igual a DEUS.
- Consequentemente, o apóstolo prossegue: “o qual, ainda que existindo na forma de Deus ...”. No entanto, qual é a significação de existindo na forma de Deus?
- O que Paulo está dizendo, pois, em Fp 2.6, é que Cristo Jesus sempre foi (e continuará sempre sendo) Deus por natureza, a expressa imagem da Deidade. O caráter específico da Divindade, segundo se manifesta em todos os atributos divinos, foi e é sua eternidade (Conferir Cl 1.15,17 também Jo 1.1; 8.58; 17.24).
3. Não teve por usurpação o ser igual a DEUS.
- “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós ... e vimos a sua glória....” (vs 1,2,14).
- Assim, ainda que existindo na forma de Deus, ele não considerou sua existência-numa-forma-igual-a-Deus como algo a que se apegar; mas que a si mesmo se esvaziou.
- Ele não considerou ser igual a Deus como sendo algo que não devesse escapar de seu domínio. Ao contrário, ELE …, e aqui seguem as duas palavras que tanto têm provocado discussão e disputa, a si mesmo se esvaziou.
- A pergunta é: do quê Cristo Jesus se esvaziou? Seguramente não foi de sua existência “na forma de Deus”. Ele jamais deixou de ser o Possuidor da natureza divina. Em seu estado de humilhação, ele não poderia prescindir de sua Deidade. Sobre as bases da Escritura, podemos particularizar assim:
a. Ele renunciou sua relação favorável à lei divina.
- Enquanto permanecia no Céu, nenhuma carga de culpa pesava sobre Ele. Entretanto, em sua encarnação, Ele tomou sobre si essa carga e começou a carregá-la para fora (Jo 1.29). E assim Ele, o único justo imaculado, que jamais cometeu qualquer pecado, “Ele o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5.21). Esta é a base para tudo mais.
b. Ele renunciou suas riquezas.
- “... sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por sua pobreza se tornassem ricos” (2Co 8.7). De fato Ele renunciou tudo, até a si mesmo, sua própria vida (Mt 20.28; Mc 10.45; Jo 10.11). Tão pobre Ele se tornou que estava sempre pedindo emprestado: um lugar onde pudesse nascer (e que lugar!), uma casa onde pudesse pernoitar, um barco de onde pudesse pregar, um animal em que pudesse cavalgar, uma sala onde pudesse instituir a Ceia do Senhor e, finalmente, um túmulo onde pudesse ser sepultado. Além do mais, Ele tomou sobre si uma dívida muito pesada, a qual assumiu voluntariamente, aliás, a mais pesada dívida já paga por alguém (Is 53.6). Alguém assim, tão profundamente endividado, só poderia ser pobre!
c. Ele renunciou sua glória celestial.
- Quão profundamente ele sentiu isso! E foi por esta razão que Ele, na noite anterior à sua crucificação, teve que clamar do mais íntimo de seu imenso coração: “... e agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto a ti, antes que houvesse mundo” (Jo 17.5). Do infinito sideral de eterno deleite, na própria presença do Pai, voluntariamente Ele desceu a este reino de miséria a fim de armar sua tenda, por um pouco de tempo, com os pecadores. Ele, em cuja presença os serafins cobriram seus rostos (Is 6.1-3; Jo 12.41), o Objeto da mais solene adoração, voluntariamente desceu a este mundo onde foi “desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53.3).
d. Ele renunciou o livre exercício de sua autoridade.
- De fato Ele se tornou servo; aliás, o Servo, “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” (Hb 5.. Ele mesmo disse: “... não procuro minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou” (Jo 5.30; cf. 5.19; 14.24). Impacientemente, exprimimos a seguinte objeção: “Mas, se Cristo Jesus deveras renunciou sua relação favorável com respeito à lei divina, às suas riquezas, à sua glória celestial e ao livre exercício de sua autoridade, como poderia continuar sendo Deus?” A resposta deve ser que Ele, que foi, é e continuará sendo sempre o Filho de Deus, abdicou de todas essas coisas, naturalmente não com referência a sua natureza divina, mas com referência a sua natureza humana, a qual ele assumiu voluntariamente e na qual ele sofreu toda espécie de indignidades.
II. O FILHO DO HOMEM - O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO
- O texto não diz, como alguns afirmam com frequência, que “Ele trocou a forma de Deus pela forma de servo”. Ele assumiu a forma de servo enquanto que, ao mesmo tempo, conservava a forma de Deus! E isso é precisamente o que torna nossa salvação possível e exequível.
- Não obstante, a forma que Ele assumiu foi a de um servo, e não a de um escravo. Desde o início de sua encarnação, Ele foi o servo inteiramente consagrado, sábio e voluntário descrito por Isaías (42.1-9; 49.1- 9a; 50.4-11; e 52.13-53.12). O servo que espontaneamente avança, e que resolutamente cumpre sua missão, para que, com referência a Ele, Yahweh pudesse dizer: “Eis aqui meu Servo, a quem sustenho; meu escolhido, em quem a minha alma se compraz ...” (42.1).
- OBS: Os sub pontos deste ponto estão comentados no primeiro ponto.
III. A EXALTAÇÃO DE CRISTO
- A gloriosa recompensa que Jesus Cristo recebeu está descrita a seguir: Por isso Deus o exaltou ao máximo. O mesmo que se humilhou foi exaltado. A mesma regra que delineara para outros, foi agora aplicada em sua própria causa. Ver esta regra em Mt 23.13; Lc 14.11; 18.14; conferir Lc 1.52; Tg 4.10; 1Pe 5.6. Foi “por causa do sofrimento da morte” que essa recompensa lhe foi dada (Hb 2.9; cf. Hb 1.3; 12.2).
- Exaltação é o oposto de humilhação. Aquele que, pelas exigências da lei divina (ao levar sobre si o pecado do mundo), foi condenado, permutou essa sujeição ao castigo pela justa relação com a lei. Aquele que foi pobre, voltou a ser rico. Aquele que foi rejeitado foi aceito (Ap 12.5,10). Aquele que aprendeu a obediência tomou posse da atual administração do poder e da autoridade que lhe foi confiada.
CONCLUSÃO 
- Como Rei, tendo, por meio de sua morte, ressurreição e ascensão, consumado e exibido seu triunfo sobre seus inimigos, Ele agora sustenta em suas mãos as rédeas do Universo e domina todas as coisas no interesse de sua Igreja (Ef 1.22,23). Como Profeta, através de seu Espírito, Ele guia os seus a toda a verdade. E, como Sacerdote (Sumo Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque), sobre as bases de sua expiação consumada, Ele não só intercede, mas realmente vive sempre para interceder por aqueles que se aproximam de Deus por seu intermédio (Hb 7.25). Dc. Abdias Barreto - Contatos: 85.8857-5757.

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O EXEMPLO INSPIRADOR DE CRISTO

LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trim - 2013 - jovens e Adultos - CPAD.
Tema: Filipenses - A Humildade de CRISTO como exemplos para a Igreja.
Comentário: Pr. Elienai Cabral.
LIÇÃO 4 - JESUS, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE - (Fp 2.5-11)
(28 de Julho de 2013).
O EXEMPLO INSPIRADOR DE CRISTO (Fp 2.5-11).
“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS”. Isso quer dizer que não somente devem seguir o exemplo de CRISTO no que diz respeito à sua conduta exterior, mas também no que diz respeito à sua vida interior. Devem prestar atenção àquilo que prendia a atenção dEle, amar as coisas que Ele amava, odiar as coisas que Ele odiava. Devem ver as coisas do ponto de vista dEle, a atitude dEle deve ser a deles. Mais especialmente, devem seguir o exemplo do humilde servo que revelou ao entregar a si mesmo para a salvação do mundo.
Notemos que estes versos declaram as doutrinas fundamentais do Cristianismo: 
(1) A encarnação, mediante a qual o Filho de DEUS se tornou homem, a fim de que o homem seja feito um filho de DEUS. 
(2) A expiação, que significa que o Filho de DEUS morreu em prol do homem, a fim de que o homem vivesse para DEUS.
1. SUA PREEXISTENCIA. AquEle que nasceu em Nazaré existia previamente num estado mais glorioso. Na eternidade, existia “em forma de DEUS” (Fp 2.6): tinha a mesma natureza de DEUS; “verdadeiro DEUS de verdadeiro DEUS”, conforme diz um antigo credo. Sua existência não começou na ocasião do seu nascimento, nem terminou com a sua morte.
2. SUA ENCARNAÇÃO. Embora subsistisse em forma de DEUS, “não teve por usurpação ser igual a DEUS. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”. Quando foi comissionado para salvar a raça humana, não considerava a sua natureza divina um motivo para isenção do dever. Livremente deixando de lado por um tempo a sua glória e atributos divinos, trocou a forma celestial de existência por uma forma terrestre, e como Filho de DEUS, tornou-se o Filho do homem. Assim como em certa ocasião deixou de lado as suas vestes externas a fim de lavar os pés dos seus discípulos (Jo 13.3-5), também, por alguns anos, deixou de lado a sua glória externa a fim de purificar do pecado a raça humana. Quando o Filho de DEUS se tornou homem, recebeu o nome para descrever sua missão terrestre: JESUS (Mt 1.21). AquEle que era Mestre de tudo (Cl 1.16) ficou sendo o Servo de todos (Mc 10.45; Lc 22.27).
3. SUA HUMILHAÇÃO. “E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz”. Na vinda do Filho de DEUS, havia uma dupla descida: para assumir a natureza humana e para morrer a morte humana. Viveu e morreu humanamente. Não era uma morte comum, era a forma mais vergonhosa e dolorosa da morte — a morte na cruz. Quando o seu corpo foi deitado no túmulo, a descida do Filho do Homem ficou completa.
3. Sua exaltação. “Pelo que também DEUS o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de JESUS se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra”. Assim foram cumpridas as próprias palavras de CRISTO: “Aquele que se humilha será exaltado”. E sendo que, no plano final de DEUS, a exaltação está em proporção à humilhação, a exaltação de CRISTO é a maior que existe no Universo, porque a sua própria humilhação foi a mais profunda. Sua recompensa foi a soberania universal, recebendo a adoração de toda criatura (cf. Ap 5.6-14). Humilhou-se sob a poderosa mão de DEUS e, em tempo oportuno, foi exaltado (1 Pe 5.6).
Um modelo de Unidade Espiritual (Filipenses 2:5-8) 
Seja a atitude de vocês a mesma de CRISTO JESUS, que, embora sendo DEUS, não considerou que o ser igual a DEUS era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! (2:5–8). 
Em seu livro Milagres, CS Lewis oferece alguns insights úteis para a compreensão da realidade insondável da encarnação de CRISTO: 
Na história cristã, DEUS desce para reascender. Ele desce, desce das alturas de ser absoluto no tempo e no espaço, para baixo na humanidade .... Mas Ele desce para vir de novo e trazer todo o mundo arruinou-se com ele. Um deles tem a imagem de um homem forte inclinando-se mais e mais para obter-se debaixo algum grande fardo complicado. Ele deve se inclinar, a fim de levantar, ele deve quase desaparecem sob a carga antes que ele incrivelmente endireita as costas e caminha fora com toda a massa balançando em seus ombros. Ou se pode pensar de um mergulhador, primeiro reduzindo-se a nudez, então olhando no ar, então foi com um esguicho, desapareceu, apressando-se para baixo através da água verde e quente em água negra e fria, para baixo através de uma pressão crescente para a região como a morte de lodo e limo e decadência de idade e, depois, de novo, volta para a cor e a luz, os seus pulmões quase estourando, até que de repente ele quebra novamente a superfície, segurando em sua mão o gotejamento algo precioso e que ele desceu para se recuperar. Ele e ela são tanto de cor, agora que eles vieram para a luz: lá em baixo, onde estava incolor no escuro, ele perdeu a cor também. 
Nesta descida e subida retorno mundo vai reconhecer um padrão familiar: uma coisa escrita em todo o mundo. É o padrão de toda a vida vegetal. Ele deve menosprezar-se em algo duro, pequeno e mortal, deve cair ao solo: daí a nova vida re-sobe. É o padrão de toda a geração de animais também. Não há descida dos organismos plena e perfeita para o espermatozóide e óvulo, e no ventre escuro ... a lenta subida para o embrião perfeito, para a vida do bebê, consciente, e, finalmente, para o adulto. Assim é também em nossa vida moral e emocional. Os primeiros desejos inocentes e espontâneas têm de apresentar para o processo mortal de controle ou negação total: mas de que há uma re-ascensão ao caráter totalmente formado na qual a força do material original tudo funciona, mas de uma maneira nova. Morte e Renascimento, descer para ir para cima é um princípio fundamental. Através deste gargalo, este rebaixamento, o highroad quase sempre se encontra. 
A doutrina da Encarnação, se aceita, coloca este princípio ainda mais enfaticamente no centro. O padrão existe na Natureza, porque foi o primeiro lá em DEUS. Todas as instâncias do mesmo que mencionei vir a ser, mas transposições do tema Divino em um tom menor. Não estou agora a referir simplesmente à Crucificação e Ressurreição de CRISTO. O padrão total, de que são apenas o ponto de viragem, é a morte real e Re-nascimento: pois certamente nenhuma semente nunca caiu de uma árvore tão bela em tão escuro e frio um solo como seria fornecer mais de uma analogia a este fraco descida enorme e re-ascensão na qual DEUS dragado o sal e o fundo lamacento da Criação. 
A Encarnação é o milagre central do cristianismo, a mais grandiosa e maravilhosa de todas as coisas que DEUS já fez. Esse milagre dos milagres é o tema de Filipenses 2:5-8. Alguns estudiosos acreditam que essa passagem era originalmente um hino, cantado pelos primeiros cristãos para comemorar e celebrar a encarnação do Filho de DEUS. Tem sido chamado de uma jóia cristológico, um diamante teológica que talvez brilha mais brilhante do que qualquer outro nas Escrituras. Em uma forma simples, breve, mas extraordinariamente profunda, descreve a condescendência da segunda Pessoa da Santíssima Trindade para nascer, viver e morrer na forma humana para proporcionar a redenção para a humanidade caída. 
No entanto, tão profundo e insondável como essa passagem é teologicamente, é também ética. Como as palavras introdutórias (Tende em vós o que houve também em CRISTO JESUS) deixar claro, ele é projetado principalmente para motivar os cristãos a viver como seu Senhor e Salvador. Paulo não estava apenas descrevendo a Encarnação para revelar suas verdades teológicas, magníficas como essas são. Ele apresenta o exemplo, suprema incomparável de humildade para servir como o motivo mais forte para a humildade dos crentes. A Encarnação convida os crentes a seguir o exemplo incomparável de amor de JESUS abnegação, doação, sacrifício e abnegado humilde como Ele viveu a Encarnação em submissão obediente à Sua vontade do Pai (cf. Lucas 2:49; João 3 :16-17; 5:30; 12:49, 15:10). 
O versículo 5 é uma transição de exortação a ilustração, e a frase esta atitude olha para trás e para frente. Ele olha para trás com o princípio acabado de dar, "Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas com a humildade de respeito mente um do outro como mais importante do que a si mesmos, não apenas olhar para seus próprios interesses pessoais, mas também para os interesses dos outros "(vv. 3-4). Ele aguarda com expectativa a ilustração desse princípio, em cumprimento perfeito de JESUS, como descrito nos versículos 6-8. 
O objetivo dos crentes com esta atitude é a unidade espiritual na igreja, por serem "da mesma mente, mantendo o mesmo amor, unidos em espírito, com a intenção de um propósito" (v. 2). Unidade na Igreja só pode vir de uma atitude de humildade genuína, dos crentes verdadeiramente sobre os outros como mais importante do que se a atitude que foi extremamente manifestada em CRISTO JESUS durante a Sua encarnação. O apóstolo João deixa claro que "aquele que diz que permanece nele, [CRISTO] devia-se a andar da mesma maneira como Ele andou" (1 João 2:6). JESUS ordenou: "Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas" (Mt 11:29). John Macarthur - Comentário Filipenses http://www.editoraculturacrista.com.br/


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segunda-feira, 8 de julho de 2013

A ESCATOLOGIA NAS GRANDES RELIGIÕES.

AS RELIGIÕES E SEU PENSAMENTO ESCATOLÓGICO
O termo Escatologia deriva de duas palavras gregas: escathos e logos que se traduzem por “último” e “estudo” ou “tratado”. É o estudo ou doutrina das últimas coisas. É chamada bíblica, no nosso caso, porque ela pode ser extrabíblica. A palavra Escatologia não é uma exclusividade da linguagem cristã, porém é quase unânime o seu uso no âmbito cristão e religioso.
No estudo da Escatologia Bíblica, é de caráer fundamental, ter o cuidado em não apresentar falsas interpretações, evitando, com isso, exposições infundadas e especulações. Deus nos adverte dizendo que devemos “manejar bem a Palavra da verdade.” (2ª Tm.2.15). “Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará”.(Hc.2.3).
Mas existe outro tipo de Escatologia que poucas pessoas conhecem, mas que se torna importante no profundo estudo das “ultimas coisas”: Trata-se da Escatologia das Religiões.
A Escatologia das Religiões        
Chamamos de Escatologia das Religiões as interpretações proféticas dos últimos acontecimentos na visão das principais religiões do mundo. Dessa forma, temos por propósito expor as Escatologias Islâmica, Budista e Judaica. Quanto às demais religiões consideradas grandes e expressivas, entendemos que possuem a mesma raiz interpretativa, diferindo apenas em pequenos detalhes e particularidades. 
A Escatologia Islâmica
O Islamismo é uma das quatro religiões monoteístas do mundo. Está baseada nos ensinamentos de Maomé (570-632 d.C.), chamado “O Profeta”, contidos no livro sagrado islâmico, o Corão. A palavra islã significa submeter, e exprime a submissão a lei e a vontade de Alá. Seus seguidores são chamados de muçulmanos, que significa aquele que se submete a Deus.
Ao partirmos para a exploração da Escatologia Islâmica precisamos primeiramente saber quais as raízes teológicas.
Segundo os muçulmanos, o Corão contém a mensagem de Deus a Maomé, as quais lhe foram reveladas entre os anos610 a632. Seus ensinamentos são considerados infalíveis. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho, tendo o maior 286 versos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos Ahadith (ditos e feitos do profeta).
Segundo a Escatologia Islâmica, a História humana terminará com um julgamento final. Antes, porém, alguns personagens apocalípticos aparecerão, como o Mahdi, espécie de Messias. Esse é descrito como a mesma figura do que conhecemos como o Anticristo, que para o Islamismo aparecerá entre o Iraque e a Síria.
De acordo com o Alcorão – Surata 10.109, um mulçumano que espera escapar da ira de Alá e do tormento das chamas do Inferno, precisa esforçar-se diligentemente, para cumprir os requerimentos apresentados nos Cinco Pilares. Deus levantou profetas, através da história, para chamar os homens ao arrependimento. No Islamismo, a salvação é pelas obras. As obras de todas as pessoas serão pesadas numa balança. Se as boas superarem as más, tal pessoa irá para o paraíso. Os mártires irão todos para o paraíso. O inferno é para os não-mulçumanos. É um lugar de fogo e tormento indescritível.
Assim, como no Cristianismo, a existência de correntes de pensamentos quanto á Escatologia estão também na esfera Islã. A maioria dos mulçumanos aceita a idéia da existência do purgatório. O pecado imperdoável é associar algo ou alguém a Deus.
Os ortodoxos, por exemplo, obedecem literalmente aos ensinamentos do Corão e levam a extremo a sabedoria de Deus de forma que se arriscam a um fatalismo arbitrário e despótico. Os mutazilis defendem a unidade absoluta de Deus, suprimindo até a possibilidade de imaginá-lo, pois se trata de algo completamente diferente das coisas criadas. Não aceitam o Corão como está escrito simplesmente. Entendem que carece de interpretação. Para esse grupo, Deus não é apenas um ser soberano, mas também justo, que castiga os maus, mas sabe recompensar os bons. São considerados racionalistas.
É importante lembrar que os ensinamentos de Maomé sofreram certas modificações ou acréscimos, o que é natural e compreensível, devido às culturas dos povos que aceitaram o Islamismo.
A Escatologia Budista
O Budismo consiste num sistema ético, religioso e filosófico fundado pelo príncipe hindu Siddhartha Gautama (563-483 a.C.), ou Buda, por volta do século VI. O relato da vida de Buda está cheia de fatos reais e lendas, as quais são difíceis de serem distinguidas historicamente entre si. Mas quanto á sua Escatologia, está revelada e descrita em suas crenças e práticas.
O Budismo consiste no ensinamento de como superar o sofrimento e atingir o Nirvana (estado total de paz e plenitude) por meio da disciplina mental e de uma forma correta de vida. Também creem na lei do carma, segundo a qual, as ações de uma pessoa determinam sua condição na vida futura. A doutrina é baseada nas Quatro Grandes Verdades de Buda:
1. A existência implica a dor. O nascimento, a idade, a morte e os desejos são sofrimentos.
2. A origem da dor é o desejo e o afeto. As pessoas buscam prazeres que não duram muito tempo e buscam alegria que leva a mais sofrimento.
3. O fim da dor só é possível com o fim do desejo.
4. A superação da dor só pode ser alcançada através de oito passos: Compreensão correta, Pensamento correto, Linguagem correta, Comportamento correto, Modo de vida correto, Esforço correto, Desígnio correto e Meditação correta.
É conhecendo a teologia Budista que chegamos aos conceitos escatológicos. No Budismo não existe nenhum Deus absoluto ou pessoal. A existência do mal e do sofrimento é uma refutação da crençaem Deus. Osque querem ser iluminados necessitam seguir seus próprios caminhos espirituais e transcendentais. Na Antropologia, o homem não tem nenhum valor e sua existência é temporária. As forças do universo procurarão meios para que todos os homens sejam iluminados (salvos).
Quanto a alma do homem, a reencarnação é um ciclo doloroso, porque a vida se caracterizaem transições. Todasas criaturas são ficções. O impedimento para a iluminação é a ignorância. Deve-se combater a ignorância lendo e estudando.
Desta forma, entendemos que a Escatologia Budista prega uma humanidade que está passando por um processo de evolução espiritual e que no fim de tudo todos os habitantes da terra poderão herdar a salvação.
A Escatologia Hindú
O Hinduísmo é a denominação do conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na Índia, a partir de2000 a.C. O termo é ocidental e é conhecido pelos seguidores como Sanatana Dharma, do sânscrito (lembramos que é a língua original da Índia), que significa “a ordem permanente”. Está fundamentado nos quatro livros dos Vedas (conhecimento), um conjunto de textos sagrados compostos de hinos e ritos, no Século X, denominados de Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Artharvaveda. Estes quatro volumes são divididos em duas partes: a porção do trabalho (rituais politeístas) e a porção do conhecimento (especulações filosóficas), também chamada de Vedanta . A tradição védica surgiu com os primeiros árias, povo de origem indo-européia (os mesmos que desenvolveram a cultura grega) que se estabeleceram nos vales dos rios Indo e Ganges, por volta de1500 a.C.
Não se consegue entender a Escatologia Hindu sem primeiro compreender seu conceito de espiritualidade. Segundo ensina o hinduísmo, os Vedas contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses e a ordem (dharma) que rege os seres e as coisas, organizando-osem castas. Cadacasta possui seus próprios direitos e deveres espirituais e sociais. A posição do homem em determinada casta é definida pelo seu carma (a lei do carma atinge quase todas as religiões orientais). A casta à qual pertence um indivíduo indica o seu status espiritual. O objetivo é superar o ciclo de reencarnações (samsara), atingindo assim, o nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e de todo o Universo. O caminho para o nirvana, segundo ensina o hinduísmo, passa pelo ascetismo (doutrina que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem), pelas práticas religiosas, pelas orações e pela ioga. Assim, a pessoa alcança a “salvação”, escapando dos ciclos da reencarnação. (Observe também que os orientais comungam alguns conceitos básicos de espiritualidade).
Tudo é deus, deus é tudo: o hinduísmo ensina, como no Panteísmo, que o homem está unido com a natureza e com o universo. O universo é deus, e estando unido ao universo, todos são deuses. Ensina também que este mesmo deus, é impessoal. Muitos deuses adorados pelos hindus são amorais e imorais.
O mundo físico é uma ilusão: no mundo tridimensional, designada de maya, o homem e sua personalidade não passa de um sonho. Para se ver livre dos sofrimentos (pagamento daquilo que foi feito na encarnação passada), a pessoa deve ficar livre da ilusão da existência pessoal e física. Através da ioga e meditação transcendental, a pessoa pode transcender este mundo de ilusões e atingir a iluminação, a liberação final. O hinduísmo ensina que a ioga é um processo de oito passos, os quais levam a culminação da pessoa transcender ao universo impessoal, no qual o praticante perde o senso de existência individual.
A lei do carma no hinduísmo: o bem e o mal que a pessoa faz, determinará como ela virá na próxima reencarnação. A maior esperança de um hinduísta é chegar ao estágio de se transformar no inexistente. Vir ser parte deste deus impessoal, do universo.
Krishna é a oitava encarnação do deus Vishnu, e é um dos avatares especiais do Hinduismo. Alega-se entre os muçulmanos, que Jesus foi uma encarnação de Krishna, tendo vivido uma vida muito semelhante. Esperam que haverá uma nova encarnação do avatar, que foi conhecido em vários períodos da história como Vishnu, Krishna e Jesus. Qualquer destes nomes pode ser usado por ele, mas ele vai também ser conhecido como o Avatar Kalki, o (Avatar do Cavalo Branco), visto que montará um cavalo branco. 
O Avatar Kalki combaterá a serpente apocalíptica e obterá a vitória final sôbre o mal na Terra. Êle renovará a humanidade, tornando possível às pessoas viverem um vida pura e honrosa. As expectativas de todas as religiões serão realizadas nele, pois ele será o messias mundial que todos esperam.
A Escatologia Judaica
Historicamente, o judaísmo veio à existência quando foi firmado o pacto abraâmico. Desde o começo o judaísmo foi uma religião revelada e não uma religião natural ou filosófica.
A partir do chamado de Abraão para ser o pai de uma nação particular (a Palestina), a qual constituíra a Terra Prometida, Deus revelou uma mensagem na História que se destinava a tornar-se aplicável universalmente a todas as nações e todos os povos.
Mas a Teologia Judaica começa mesmo o seu desdobramento a partir da missão com Moisés e a Lei.
Os judeus são muitas vezes descritos como o povo do Livro, porque baseiam suas vidas pela revelação de Deus na Toráh. A Toráh são os cinco livros da Bíblia conhecidos como Pentateuco, que além da história contêm 613 mandamentos (ou obrigações). Nos livros encontram-se, leis, rituais, regras de higiene e leis morais. Para os judeus, as leis fazem parte de uma revelação de aliança com Deus.
Além da Toráh, os judeus possuem como escrituras o Tanach (Antigo Testamento), o Talmude (explicação do Tanach) e as Escrituras dos sábios.
A Escatologia Judaica possui uma ordem cronológica, que inclui até mesmo a construção do Templo.
A princípio, a vinda do Messias é o grande evento esperado pela nação judaica. A palavra hebraica Mashiach (ouMoshiach משיח) significa o Ungido e refere-se a um ser humano. Apesar de os cristãos usarem também a palavra “messias”, usam-na de forma diferente.
Para os sábios judeus, Jesus Cristo não possuía as credenciais necessárias para ser considerado o Ungido, vindo de Deus. Por isso, ainda estão a aguardar o Messias prometido, anunciado pelos profetas de Deus. Jesus é visto como um falso messias extremista ou como um bom rabi (mestre), que foi martirizado.
No Judaísmo, o fim do mundo é chamado de acharit hayamim (fim dos dias). Eventos tumultuosos abalarão a velha ordem do mundo, criando uma nova ordem na qual Deus é universalmente reconhecido como a nova Lei que organiza tudo e todos. Uma das sagas do Talmud diz “Deixe o fim dos dias chegar, mas eu não devo estar vivo para presenciá-lo“, porque os vivos na ocasião serão submetidos a tais conflitos e sofrimentos.
De acordo com essa tradição, o fim do mundo irá presenciar os seguintes eventos:
- Reunião dos judeus na terra geográfica de Israel .
- Derrota de todos os inimigos de Israel.
- Construção do terceiro Templo de Jerusalém e a restauração dos sacrifícios e serviços nele.
- Revitalização dos mortos ou ressurreição.
Naquele momento, o Messias judeu se tornará o monarca ungido de Israel.
Quanto ao sonho de reconstruir o templo é realista e biblicamente correto; um dia ele se realizará. A Bíblia ensina explicitamente que a reconstrução se tornará realidade. Mas a alegria será passageira e a adoração será interrompida. Como veremos através de alguns tópicos da história e da Bíblia, o novo templo não será nem o primeiro nem o último a ser erguido. Sua construção é certa, mas os dias turbulentos que a acompanharão também.
A Grande Verdade sobre a Escatologia Bíblica
A Bíblia é a eterna Palavra de Deus. Foi dada ao homem por Deus para ser o absoluto, o supremo, o competente, o infalível e imutável padrão de fé e prática. Cremos firmemente que, embora as tempestades de desaprovação continuem a levantar-se contra a Palavra de Deus, a confiança do crente humilde nela é justificável e confirmada. Este volume sagrado é e sempre será o Livro de Deus.
Não obstante, lembramos que a única teoria que faz jus às reivindicações Bíblicas é a da inspiração Verbal Plenária. Ela ensina que apesar de Deus usar os escritores sacros em suas próprias línguas e estilos eles foram inspirados pelo Espírito Santo. Toda a Bíblia foi inspirada!
Quando entramos no campo da Escatologia Bíblica, devemos atentar para duas grandes verdades:
 1. A Profecia Bíblica jamais erra. Os intérpretes sim. A Palavra de Deus jamais errou. Ela é infalível, mas por muito tempo, têm estado sob refém de interpretações particulares, equívocos teológicos, heresias e em nosso tempo uma avalanche de especulações apocalípticas. Qualquer erro ou equívoco quanto a acontecimentos em nossos dias, é de importante valia esclarecer, que, não deve ser colocado a Palavra de Deus sob suspeita, e sim a incoerência das muitas literaturas do gênero, as aventuras apocalípticas de determinados escritores e a falta de visão bíblica de alguns pregadores;
 2. As Diversas Correntes de Interpretações Escatológicas caminham numa mesma direção. Nenhuma linha de interpretação Escatológica Protestante deve ser ignorada ou ridicularizada, pois todas elas, por mais diferentes que sejam, estão numa mesma direção Teológica. Diferente das interpretações da Escatologia das Religiões, a Escatologia Bíblica em qualquer visão consegue manter a pureza Doutrinária e do Evangelho, consegue preservar as verdades acerca de Deus e Sua soberania, Jesus O Cristo e o poder do sacrifício, mantendo seguro os princípios da Palavra de Deus. Sejam nos seminários ou escolas de teologia, todos os pensamentos devem ser expostos e apresentados em sua íntegra. Tanto o Pré-milenismo quanto o Amilenismo (principais correntes) contribuem com suas interpretações e ampliam o entendimento cristão quando estudadas ambas.
A Escatologia Bíblica se torna na Igreja de Cristo, o poder literário que mantém acesa a chama da esperança na volta de Jesus. É claro que esse poder literário vivo, vem diretamente do Espírito Santo, quando lemos, cremos e mantemos nossa fé na Palavra. Quando sabemos que a Escritura cumprirá, mesmo em meio às diversas opiniões, independe. É inquestionável que a Bíblia no decorrer da história permaneceu sem nenhum tipo de alteração em suas profecias. E mais inquestionável ainda é que essas profecias se cumpriram, outras irão se cumprir.
Crendo que muitos escritos curiosamente apresentam uma linguagem escatológica parecida com a Bíblia, mesmo com personagens diferentes, e conceitos espirituais de outro extremo, concluímos que qualquer literatura religiosa tem todo o direito de expor as profecias da Escatologia na visão de seus escritores. Enquanto isso a Bíblia Sagrada prossegue expondo as profecias da Escatologia na visão de Deus.
Fonte: http://www.napec.org

"Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém." Judas, 25


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quinta-feira, 4 de julho de 2013

RELIGIÃO - DEFINIÇÃO DO TERMO

O - Q U E - É - R E L I G I Ã O ?

Religião
O vocábulo português “Religião” Deriva do termo latino "religare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico. Segue alguns conceitos que são difundidos entre os frequentadores de religiões.
Religião é um sistema qualquer de ideias, de fé e de culto, como no caso da fé Cristã.
Religião é um conjunto de crenças e praticas organizadas, formando algum sistema privado ou coletivo, mediante o qual uma pessoal ou grupo é influenciado.
Religião é corpo autorizado de comungantes que se reúnem periodicamente para prestar culto a um deus aceitando um conjunto de doutrinas que rege tal relacionamento.
Religião é qualquer coisa que ocupa o tempo e as devoções de alguém.
Religião é reconhecimento da existência de algum poder superior, invisível; é uma atitude de reverente dependência a esse poder na conduta da vida.
A partir destas definições podemos tentar classificar as religiões em tipos de acordo com a similaridade de suas crenças. Os especialistas no assunto são muito abrangentes no tocante a classificação das religiões, nós porem vamos agrupa-las de acordo com o Dr Walter Martin do ICP- instituto Cristão de Pesquisas, organização na qual fomos membros durante alguns anos como palestrantes na área de religiões seitas e heresias.
Religiões animistas.
Sistemas de crenças em que entidades naturais e objetos inanimados são tidos como dotados de um principio vital impessoal ou uma força sobrenatural que lhes confere vida e atividade.
Religiões naturais.
Pregam a manifestação de Deus na natureza, e geralmente rejeitam a revelação divina e os livros sagrados. Segundo seus ensinos toda e qualquer revelação a parte da natureza não é digna de confiança.
Religiões ritualistas.
Enfatizam as cerimonias e os rituais por acreditar que estes agradariam as divindades. Tais ritos teriam o poder de controlar os espíritos levando-os a atuar para o bem ou o mal das pessoas.
Religiões místicas.
São também revelatórias, porem, seus adeptos acreditam na necessidade de continuas experiências místicas, como meio de informação e crescimento espiritual. Os místicos regem sua fé pela constante e diligente busca da iluminação.
Religiões revelatórias.
Na verdade seria uma espécie das subcategorias das religiões místicas. Este grupo de religiões fundamentam-se nas supostas revelações da parte de deuses de Deus e do Espirito Santo, ou de espíritos desencarnados que compartilham os mistérios que acabam cristalizados em livros sagrados.
Religiões sacramentalistas.
São grupos que tem nos sacramentos meios de transmissão da graça divina e da atuação do Espirito de Deus estas religiões, geralmente, acreditam que o uso dos sacramentos por meio de pessoas “desqualificadas” impede a atuação do Espirito de Deus. Os sacramentos constituem-se em vinculo para promoção do exclusivismo.
Religiões legalistas.
São construídas sob preceitos normativos, algum código legal que deve governar todos os aspectos da vida de um individuo. Este código é usualmente concebido como divinamente inspirado. O bem é prometido aos obedientes e a punição aos desobedientes.
Religiões racionais.
Neste grupo, a razão recebe ênfase proeminente e a filosofia é supervisionada. A razão segundo acredita, seria algo tão poderoso que nada mais seria necessário além de seu cultivo bem treinado e disciplinado.
Religiões sacrificiais.
Pregam a salvação por meio de sacrifícios apropriados. O cristianismo é uma religião sacrificial, no sentido de que Jesus Cristo é reputado como o autor do sacrifício supremo necessário à salvação. A suprema palavra do Senhor declara: “E quase todas as coisas, segundo a lei”. Purificam-se com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão de pecados. Hb 9.22. Não é possível desfazer-se das religiões simplesmente tentando ignora-las. É por isso que precisamos estabelecer um principio de fé e de verdade para reger e medir as dimensões de nossas crenças.

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

PAULO E A IGREJA EM FILIPOS - Lição 1. 3º Trimestre - 2013.

LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trimestre de 2013 - Para jovens e adultos
Tema: Filipenses - A Humildade de CRISTO como exemplos para a Igreja.
Comentário: Pr. Elienai Cabral
Subsídios, Complementos, ilustrações, e Orientação didáticas para as Aulas.

LIÇÃO 1 - PAULO E A IGREJA EM FILIPOS. (Fp 1.1-11) 
OBJETIVO PRINCIPAL (Formativo)
-Entender o contexto histórico da Epístola aos Filipenses e analisar a praticidade da Carta para os dias atuais. 

INTRODUÇÃO
-Dentre as 13 Cartas Paulinas do Novo Testamento, 7 delas foram escritas na prisão, a saber, Filipenses, Efésios, Colossenses, Filemom, 1 e 2 Timóteo e Tito, embora seja quase certo de que nem todas as sete foram escritas da mesma cidade, e no mesmo período de aprisionamento, elas são conhecidas como “Cartas da Prisão”. A Epístola aos Filipenses nos leva a refletir sobre a alegria cristã mesmo diante das dificuldades, e a compreendermos o nosso papel como cidadãos dos Céus em um mundo hostil, manchado pelo pecado.

I. INTRODUÇÃO À EPÍSTOLA
1.A cidade de Filipos. 
-De acordo com os estudiosos, a cidade de Filipos remonta ao século IV aC. Ela era uma cidade pequena situada na região europeia, precisamente na região norte da Macedônia (atual Grécia). Ficava perto do Gangites, um riacho de águas turbulentas, cerca de 16 Km distante do mar. Isso posto, apesar de não ser um porto marítimo, visto que ficava relativamente perto do mar, lemos acerca de Paulo e seus companheiros, que “navegamos de Filipos” (At 20:6). Essa cidade ficava localizada em uma planície fértil, não muito longe das minas de ouro. Na época de Felipe II, essas minas que ficavam nas montanhas, mais ao norte, começaram a florescer as moedas de ouro que foram cunhadas em nome de Felipe, tornando-se facilmente reconhecidas como válidas nas áreas circundantes da Macedônia. Além disso por dentro dela passava a principal estrada romana conhecida como Via Inácia, que ligava a Europa à Ásia. Esses fatores emprestavam grande importância estratégica à cidade. Esta cidade foi fundada por Felipe da Macedônia, o Pai de Alexandre, o Grande. Foi de Filipos que Alexandre o Grande saiu para conquistar o Mundo. A cidade ficou famosa pela batalha romana em 42 aC, travada em suas proximidades entre as forças de Bruto e Cássio contra Antonio e Otávio (mais à frente chamado de Augustus César Otávio), vingando a morte de Júlio César. Filipos, através do Imperador Otávio, tornou-se uma colônia romana como se vê nas moedas cunhadas em sua época - “Colonia Julis Augusta Philippensis”. A cidade tornou-se um posto militar com certos privilégios especiais, fazendo com que um número regular de cidadãos romanos emigrassem para Filipos a fim de assegurar a sua romanização. Era reputado como grande honra para uma cidade, haver sido constituída colônia romana.
2. O Evangelho chega a Filipos.
-A igreja cristã de Filipos teve sua origem com os próprios esforços do apóstolo Paulo, o grande Missionário dos gentios durante a sua chamada segunda viagem missionária, conforme o registro histórico de At 16:12-40. Tendo ouvido o chamado sobrenatural “Passa à Macedônia e ajuda-nos” (At 16:9), Paulo alterou os seus planos tencionados de continuar labutando na Ásia Menor, e foi assim que nasceu a missão evangelística europeia do século I dC e a igreja cristã no continente europeu. A segunda viagem missionária tem sido datada entre 48 e 51. Alguns membros da igreja são mencionados em Atos e também nessa Carta: Lídia e o carcereiro com sua família (At 16); Epafrodito (Fp 2.25ss); Evódia e Síntique (Fp 4.2); Clemente (Fp 4.3). Os nomes mostram que essa era uma igreja de cristãos-gentios, o que está em conformidade com o fato de que Filipos era uma colônia romana.
3.Data e Local da Autoria.
-A data dessa Epístola aos Filipenses depende do lugar onde Paulo a redigiu. Sabemos através do seu teor, que o apóstolo Paulo era um prisioneiro quando a escreveu (Fp 1:7-12). Nas narrativas bíblicas sabe-se que Paulo sofreu aprisionamento em Jerusalém, em Cesaréia, em Roma, e, na opinião de alguns estudiosos, também em Éfeso. As cidades de Roma, Cesaréia (At 24) e Éfeso ( 1Co 15.32), têm sido sugeridas como lugares de onde Paulo escreveu esta Epístola, mas se analisarmos os detalhes da Carta, descobriremos que ela foi redigida em Roma. Primeiro, porque o apóstolo menciona a Guarda Pretoriana (Fp 1.13), que eram cerca de 9.000 soldados da elite do exército romano, e localizava-se em Roma. Segundo, porque Paulo menciona “os da Casa de César” (Fp 4.22), que seriam pessoas ligadas ao palácio do imperador, ou até mesmo cidadãos residentes em Roma. E por fim, em Fp 1.20 Paulo fala da expectativa do julgamento, tendo a sua vida em Jogo, sendo este julgamento perante o César e, portanto, em Roma. Sendo assim, a data provável da Carta seja entre 62-67 dC.

II. AUTORIA E DESTINATÁRIOS
1. Paulo e Timóteo.
- A Carta recebe a autoridade de dois grandes marcos da origem daquela igreja, pois Paulo e Timóteo estavam juntos quando a visitaram pela primeira vez em At 16, isso ocorreu em cerca de 52 dC, ou seja, após 10 anos ainda continuavam sendo exemplos de liderança e autoridade, sendo respeitados por todos aqueles irmãos da cidade. Paulo se sente à vontade para falar a essa igreja, e alguns estudiosos, como Scroggie, por exemplo, chegam a dizer que esta é uma Carta de um amigo aos amigos.
2. Os destinatários da Carta: “todos os santos”.
- É comum lermos nas Cartas paulinas o termo “santos”. Do gr Hagios, lit. “separado”, “consagrado a Deus”. Essa atitude de Paulo nos leva a refletir sobre a nossa natureza em Cristo. Pois a salvação nos leva a receber uma lavagem completa da nossa velha natureza a ponto de recebemos uma natureza melhor e maior, que somente Cristo pode nos dar. Isso implica no caráter da separação das coisas profanas e mundanas, mas não implica necessariamente em alienação. Nós estamos no mundo mão não somos dele. Em sermos santos não temos pecado, em sermos santos fomos justificados, e em sermos santos fomos consagrados.
3. Alguns destinatários distintos: “Bispos e Diáconos”.
- Dentre as pessoas a quem a Carta é endereçada, o apóstolo Paulo menciona de modo especial os “Bispos e Diáconos”. Paulo e seu colegiado de obreiros sempre gostavam de estimular a liderança nas igrejas por eles plantadas. O termo “Bispo” - do Gr s - Epis+kopos, que dá uma ideia de aquele que tem a visão acima dos demais. Esse mesmo termo é aplicado aos anciãos da igreja em Éfeso (At 20.28), a fim de expressar a responsabilidade deles como pastores espirituais. Já a expressão “Diáconos”, vem do Gr s, que são aqueles que desempenham qualquer serviço na igreja. Em 1Tm 3.8-13 os diáconos são melhor formalizados pelo apóstolo.

III. AÇÃO DE GRAÇAS E PETIÇÃO PELA IGREJA DE FILIPOS (1.3-11)
1. Razões pelas ações de Graça.
- As razões do apóstolo Paulo são colocadas em oração diante de Deus como testemunha das boas ações que a igreja de Filipos fez por Paulo. Dentre outras, ele cita a cooperação da igreja e a compaixão da mesma para com ele desde o primeiro dia até à prisão de Paulo (Fp 1.4). Isso motivava o apóstolo a se alegrar mesmo num momento de solidão. Isso o fazia ver o fruto do seu penoso trabalho e se alegrar em ver que valeu a pena ter pregado àquela cidade.
2. Uma oração de Gratidão (vv 3-8).
- Paulo nesse trecho usa termos como algemas, defesa, confirmação, que são termos oriundos e empregados nos tribunais daquela época. Paulo é grato a Deus e àquela igreja porque eles participaram de forma ousada no seu testemunho perante Roma, provendo-lhe recursos financeiros (Fp 4.15-18). Isso nos ensina que devemos exercitar o amor pelos nossos líderes, e teremos deles o amor correspondido, não por interesse, mas por graça e misericórdia. Não há nada melhor que uma igreja dinamizada pelo amor.
3. Uma oração pela Petição (vv 9-11).
- Paulo encerra sua primeira perícope (tipo parágrafos) da Carta fazendo vários pedidos a Deus pelos irmãos de Filipos.
- Essa oração nos faz lembrar da importância da preocupação da liderança em relação ao seu rebanho, para que eles cresçam, amadureçam e desenvolvam uma cristandade que se apegue às coisas excelentes e em justiça. Um pastor que ora pelo rebanho terá ovelhas como a igreja de Filipos.

CONCLUSÃO: -Mesmo na pior das situações, já na ânsia da morte, o apóstolo Paulo se sente feliz em ver que a igreja de Filipos entendeu o que vem a ser o amor ao próximo, e que melhor coisa é dar do que receber. Não é à toa que essa Carta é chamada de Carta da alegria.
Autor - Samuel Cardoso

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