Relogio Com Comentario

VERSÍCULO DO DIA

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O "ASTRO" GOSPEL

O "ASTRO" GOSPEL
Ser um astro gospel não é fácil. Administrar fama e grana não é pra qualquer um. Nessa mistura maluca de mercado e “adoração”, muita “unção” tem surgido como novidade fazendo com que os empresários da fé mexam mais e mais nesse caldeirão de investimento.

As performances impressionantes e melodias super emotivas não conseguem me comover quando parto para investigar o que pensam e fazem as estrelas da música gospel. Como ex-frequentador de shows, e testemunha de fatos pitorescos, escrevi um breve dossiê sobre o “astro gospel” cujas aparências, com certeza, não enganam:

O “astro gospel” se posta como uma celebridade cheia de exigências: toalhas caríssimas, bons camarins, transportes sofisticados, hospedagens em hotéis de luxo, entrevista com hora pré-marcada e muita privacidade.
O “astro gospel” para justificar sua fama, exige uma forte equipe de seguranças que o protege de frenéticos fãs que se auto declaram adoradores (extravagantes).
O “astro gospel” evita se apresentar em locais pequenos, igrejas, praças, escolas – quanto menor for o público, menor a notoriedade, e para se esquivar desse incômodo, cobram um alto cachê pra espantar rapidamente a negociação de pouca expressão.
Para o “astro gospel”, tocar de graça nem pensar! Mas há exceções, uma apresentação no Raul Gil, Faustão, Gugu, dá pra fazer sem cachê ou até pagar, pois cai bem para o marketing.
Contratar o show de um “astro gospel” sempre custa caro pois visa cobrir as cláusulas contratuais e engordar a poupança do “letiva” do Senhor.
O “astro gospel” também costuma se vestir de uma capa de marketagem que vai de tratamentos de pele a novos hábitos no falar e no vestir, e tudo isso porque agora ele não mais se pertence, ele é um produto de investimento.
O “astro gospel” geralmente grava canções compradas, professa testemunhos duvidosos e sem autonomia alguma, por estratégia de mercado, sempre se adapta como camaleão ao modismo do momento.
Se há uma coisa boa para o “astro gospel”, com certeza é viajar pelo país fazendo shows, só assim convertem o trabalho num turismo e suvenir frequente; esses shows estão mais comprometidos com o lucro do investimento do que com as almas alcançadas.
O “astro gospel” é uma figura de difícil acesso. Pra se chegar a ele é preciso fazer sacrifícios tipo: ir à porta do camarim e esperar longas na esperança de que ele(a) tenha um surto de simpatia, apareça e conceda, quem sabe, um autógrafo.
“Astro gospel” olha e vê a massa, não a pessoa. Ele domestica consumidores, desconstrói adoradores.
O “astro gospel” não está comprometido com a saúde espiritual dos seus seguidores. Ele canta o que o povo quer ouvir, não o que precisa ouvir, além disso passa distante de ser um formador de opinião.
“Astro gospel” não tem posicionamento teológico sobre o que crê. Muitas vezes não sabe nem o que canta, e entende mais de jargões do que de Bíblia.
“Astro gospel” se parece mais com “astro global” do que com os “heróis da fé”. Ostentam e almejam as mesmas coisa que as celebridades seculares sob a desculpa de que querem ganhar o Brasil para Cristo.
Pois bem. Quando você se encontrar com um desses “astros” e notar que existe nele boa parte desse dossiê, não duvide, as aparências não enganam! Ele é isso mesmo que você vê!

Chega de tanta mentira no meio dessa música gospel e desses falsos IRMÃOS...
Púlpito Cristão.




Quando DEUS trabalha o homem muda 
Prof. Abdias Barreto.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Tabernáculo da Fé (William Marrion Branham)


William Marrion Branham nasceu em Kentuchy (EUA) em 6 de abril de 1909. Quando ele nasceu, os pais e a parteira alegaram ter visto uma auréola sobre a cabeça do bebê. Ficaram assustados e sem saber como interpretar tal fenômeno. Os seguidores acreditam que foi um sinal de que Deus tinha sua mão sobre o William desde seu nascimento. A auréola supostamente apareceu novamente em Houston, Texas, em 1950, quando Branham pregava numa campanha. Uma foto do fenômeno foi enviada para George Lacy, especialista em examinar documentos questionáveis, o qual, depois de examiná-lo, fez a seguinte declaração para Branham, seus seguidores e a imprensa: Rev. Branham, você morrerá como todos os outros mortais; mas, enquanto existir uma civilização cristã, sua foto permanecerá viva. A famosa foto encontra-se em muitas publicações, como o "Dicionário de Movimentos Carismáticos e Pentecostais", publicado em 1988, pela Zondervan (p. 69), citado no ("Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo", p. 49, de George A. Mather & Larry A Nichols, Editora Vida, 2000). Branham afirma que a primeira vez que Deus falou com ele, foi aos sete anos de idade. Enquanto carregava água para a destilaria ilegal do pai, parou para descansar debaixo de uma árvore. No vento que assobiava entre as folhas do arbusto, ouviu uma voz que dizia: Nunca beba, fume ou profane seu corpo com qualquer meio, pois eu tenho uma obra para você realizar, quando estiver mais velho. A conversão de Branham ao Cristianismo aconteceu por intermédio da pregação de um pastor batista. Logo depois, sentiu a chamada para pregar e começou a fazer planos para dirigir seu primeiro culto na igreja. Em 1933, sob uma tenda em Jeffersonville, Indiana, Branham pregou para aproximadamente três mil pessoas. A morte de sua esposa, Hope Brumback, e de sua filha ainda bebê, ambas em 1937, foi interpretada por Branham como juízo de Deus, por não ter dado atenção ao chamado para ministrar aos pentecostais unicistas.
Em 1946, Branham alegou ter conversado com um anjo numa caverna secreta, onde recebeu o poder de discernir qual era a enfermidade das pessoas. Daí para a frente, os cultos de cura e reavivamento dirigidos pelo pregador místico de Indiana eram freqüentados por milhares de pessoas, em auditórios e estádios por todo o mundo. De outubro a dezembro de 1951 Branham viajou pela África do Sul e dirigiu o que foi chamado de a maior de todas as reuniões religiosas. Todos os tipos de milagres e curas foram praticados nessas reuniões, nas quais participaram centenas de milhares de pessoas. Branham morreu em 1965, atropelado por um motorista bêbado. Alguns de seus seguidores esperavam sua ressurreição, enquanto outros edificaram um santuário (uma pirâmide) em sua memória, no seu túmulo em Jeffersonville.
1.1 - O Mensageiro do Apocalipse
O endeusamento do profeta pelos seus seguidores não tem limite. Tanto é assim que o situam como cumprimento de Ap 10.7. Diz o texto: Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas seus servos. A explicação do texto se segue: Esta é uma profecia cumprida, pois os mistérios de Deus têm sido consumados através do ministério do irmão William Marrion Branham. Este profeta foi enviado por Deus para esta era e tem pregado a mensagem que Deus lhe ordenou: a palavra pura de Deus tal qual saiu da boca dos profetas e apóstolos... O irmão Branham desafiou a muitos líderes religiosos em diferentes ocasiões para mostrar ao povo o supérfluo de suas religiões ("De Volta à Palavra Original", pp. 10-11, Goiânia, GO). 
1.2 - O Sucessor.
Willian Soto Santiago afirma que William Marrion Branham o indicou como seu sucessor. Cada palavra dele é recebida como uma revelação divina da mesma forma com que se dava com o seu antecessor. Santiago afirma que a mesma coluna de fogo que seguia William Branham também o guia até hoje, como sinal de confirmação de seu chamado celestial. Alega Santiago que William Marrion Branham errou quando interpretou que a era de Laodicéia seria terminada em 1977. Afirma que a última dispensação é a do Reino de Deus começada em 1977 e ele é então o mensageiro escolhido. O que caracteriza esta nova dispensação do reino é que tudo se fez novo (Ap 22.5) e isso inclui o fim do batismo ministrado com água, sendo necessário tão-somente ouvir a mensagem da Voz da Pedra Angular, grupo religioso formado por ele em 1974, em Porto Rico. Seus seguidores o chamam de Anjo Mensageiro que Jesus Cristo teria prometido em Ap 22.16. O próprio grupo aponta para isso: Jesus é a Pedra Angular (1 Pe 2.6) e Santiago é a Voz da Pedra ("Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo", p. 392, Editora Vida, ano 2000).
II - A Exaltação do Seu Fundador
O fundador do Tabernáculo da Fé engrandeceu o seu nome, colocando-se como profeta mensageiro da última era da história do mundo. Dividiu a História em sete dispensações ou idades. Cada uma delas tem um profeta mensageiro; portanto, há sete profetas mensageiros. Baseou sua idéia em Apocalipse, capítulos 2 e 3. A lista das eras e suas datas é a seguinte:
Éfeso
53-170
a.D.
O apóstolo Paulo
Esmirna
170-312
a.D.
Irineu
Pérgamo
312-606
a.D.
Martinho
Tiatira
606-1520
a.D.
Columba
Sardes
1520-1750
a.D.
Martinho Lutero
Filadélfia
1750-1906
a.D.
João Wesley
Laodicéia
1907-1965
a.D.
William Marriom Branham
Esta última dispensação teve o seu tempo de duração interrompido em virtude da morte de Branham em 1965.
Com essa exposição, os adeptos dessa seita ensinam que a Igreja Cristã de hoje está na mesma situação espiritual da igreja de Laodicéia.
Dizem: O que vemos é a Escritura se repetindo. A filha de Herodias, representada pelo sistema denominacional dançando frente ao rei, procurando agradá-lo e tomando conselho com sua mãe, contra o profeta [que é Branham] (fascículo, "De Volta à Palavra Original", p. 27, Goiânia, GO).
Um dos seus adeptos por nome T. L. Osborn*, no folheto intitulado Um Homem Chamado William Branham, escreveu o seguinte:
Esta geração está incumbida: uma geração na qual Deus tem caminhado em carne humana na forma de um Profeta. Deus tem visitado seu povo. Porque Um grande Profeta Tem-se Levantado entre Nós.
Osborn trata a pessoa de Branham como se fosse o próprio Deus. Em outro lugar no mesmo folheto, diz:
Deus tem enviado o irmão Branham no século 20 e tem feito a mesma coisa. Deus em carne, novamente passando por nossos caminhos, e muitos não o conheceram. Eles tampouco o teriam conhecido se tivessem vivido no tempo em que Deus cruzou seus caminhos no corpo 'chamado Jesus, o Cristo.
Resposta Apologética:
William M. Branham é comparado a Deus ou Jesus. Entretanto, Is 42.8 declara que Deus não reparte sua glória com nenhum outro. O apóstolo Paulo preveniu-nos contra outro evangelho trazido mesmo que fosse por um anjo do céu (Gl 1.6-9; 2 Co 11.4). Se Paulo vivesse hoje, qual seria sua reação face às visões de William Branham e suas próprias reivindicações de ser o anjo de Ap 10.7? E Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo (2 Co 11.13). E você, o que diz? Seja anátema!
III -Teste de um Profeta Verdadeiro
3.1 - Estabelecimento da Data da Segunda Vinda de Jesus
Somos advertidos de que há muitos homens se intitulando profetas de Deus e dizendo que falam em seu nome. Teria Deus dado meios para se provar entre o falso e o verdadeiro profeta? A resposta à pergunta está em Deuteronômio 18.21-22. O meio mais eficaz de identificar um verdadeiro profeta é verificar se as profecias por ele vaticinadas se cumprem. Do contrário, não devemos temê-lo, nem seguir os seus ensinos (Dt 18.20-22). Em conexão com os ensinos de Moisés, Jesus também nos advertiu contra os falsos profetas (Mt 7.15-20). Os frutos da árvore são as profecias entregues pelos profetas. Como vivemos em dias que precedem a volta de Cristo, o surgimento de falsos profetas cresce diariamente como dizem as Escrituras (Mt 24.5, 11, 23-24; 2 Pe 2.1-3; 1 Jo 4.1-3).
Uma das doutrinas mais importantes da Bíblia é a que se refere à Segunda Vinda de Jesus. A vinda de Jesus é certa (Jo 14.2; At 1.9-11); entretanto, o dia e a hora são desconhecidos (Mt 24.36). Não obstante, existem pessoas que ousam ir além do que está escrito, fixando uma data para o acontecimento, caindo assim no erro de serem tachadas de falsos profetas. É o caso de William Marrion Branhamque em seu livro intitulado Las Siete Edades De La Iglesia, p. 361, interpretando as palavras de Jesus em Marcos 13.32, diz:
Y, aunque muchas personas juzgam que esto es um pronóstico irresponsable, em vita de que Jesus dijo que Empero de aquel diay de Ia hora, nadie sabe (Marcos 13.32), y todavia me mantengo firme em mi crencia despues de treinta anos, porque Jesus no dijo nadie podia conocer al año, mês o semana en que Su venida habria de ser completada. Asi que repito, yo sinceramente creo y mantengo como um estudiante particular de la Palabra, juntamente com la inspiración Divina, que el año de 1977 debe poner fim a los sistemas mundiales e introducir el milênio.
Resposta Apologética:
O que aconteceu em 1977? Nem se deu o fim dos sistemas mundiais nem o início do milênio. Com essas palavras proféticas falsas, William Marrion Branham identificou-se como falso profeta, insurgindo-se contra as palavras de Jesus como se lê: Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. Vigiai, pois porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis (Mt 24.36, 42, 44). Vigiai, pois porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir (Mt 25.13). Aos seus discípulos disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder (At 1.7). Na vigência da Lei de Moisés, o referido cidadão estaria morto a pedradas (Dt 18.20-22) porque usou em vão o nome do Senhor (Ex 20.7).
O livro já citado - "Las Siete Edades de La Iglesia - contém uma infinidade de registros de visões ocorridas em 1933 (veja o livrete n°5, O Profeta Desta Era) e especificadas à página 360 do primeiro livro mencionado, culminando com a fixação da data para a vinda de Jesus em 1977. Uma visão importante - segundo ele -aconteceu enquanto batizava os seus convertidos num rio. Ouviu a voz de Deus dizer: Como João Batista foi enviado como precursor da minha primeira vinda, também tu e tua mensagem têm sido enviados para preparar minha segunda vinda.
Resposta Apologética:
Para os crentes em Cristo, a revelação de Deus, registrada na Bíblia, é suficiente e por isso não precisam de revelações adicionais e contradizentes. O Senhor disse ao profeta Jeremias: Os profetas profetizam falsamente no meu nome; nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração é o que eles vos profetizam (Jr 14.14). Ao profeta Ezequiel disse o Senhor: Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel que profetizam, e dize aos que só profetizam de seu coração: Ouvi a palavra do Senhor; Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram! Os teus profetas, ó Israel, são como raposas nos desertos. Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor disse; quando o Senhor não os enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra. Porventura não tiveste visão de vaidade, e não falaste adivinhação mentirosa, quando dissestes: O Senhor diz, sendo que tal não falei? (Ez 13.2-4,6-7). Mormente quando faladas por alguém que declaradamente se revela falso profeta por anunciar uma data para a Segunda Vinda de Cristo que não se cumpriu.
Cremos em um só Deus eternamente subsistente em Três Pessoas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19). No terceiro século da nossa era surgiu uma doutrina nova com respeito à natureza de Deus. Sabelius, presbítero da Igreja Cristã no Norte da África, começou a negar a existência da Trindade, ensinando que Deus era uma Pessoa — e não Três — e que Ele apareceu nos modos ou manifestações como o Pai, como o Filho ou como o Espírito Santo. Ilustrando — como se apresentasse no palco uma vez como o Pai trocando-se e, representando em seguida o Filho e, pela terceira vez, representando o Espírito Santo. Para Sabelius, entretanto, o Pai somente era o verdadeiro Deus, sendo o Filho e o Espírito Santo apenas repetição de si mesmo em outra forma ou manifestação. Ele foi condenado por esse ensino, sua teologia modalística foi refutada e a sua heresia, que houvera sido espalhada, foi rejeitada pela Igreja Primitiva Cristã. A antiga heresia do sabelianismo surgiu num retiro espiritual no campo de Arroyo Seco, ao lado de Los Angeles, Califórnia. Adotaram uma nova interpretação da divindade, parecida com a de Sabelius: Jesus é a um tempo o Pai, o único Deus. Jesus foi um que se manifestou a si mesmo como o Pai, como o Filho e como o Espírito Santo.
Dizem: Se qualquer trinitariano aqui somente se soltasse um minuto, você poderia ver que Pai, Filho e Espírito Santo não são três deuses. São três atributos do mesmo Deus... Deus, expresso em Jesus Cristo, Que era ambos Pai, Filho e Espírito Santo, "a plenitude da divindade corporizada ("A Palavra Falada, vol. 3 n. 11, por W.M. B., Gravações "A Voz de Deus", p. 24 # 157 e 25 # 160).
Assim, a doutrina histórica trinitária foi repudiada como antibíblica, chegando ao cúmulo de William Marrion Branham ensinar que:
La marca en la frente significa que tendrán que aceptar la doctrina del sistema mundial de iglesias, o qual es trinitarianismo, etc, y la marca en la mano, significa cumplir com la voluntad de la iglesia ("Las Siete Edades de La Iglesia", p. 428).
Deus precisa de homens que queiram sofrer pelo Seu Nome, não pelo nome Trindade. O que tem Roma de Deus? E, no entanto, os protestantes estão unidos com ela através da doutrina da Trindade ( De Volta à Palavra Original, p. 27, Goiânia, GO).
Assim, dizem que a marca da Besta é aceitar a doutrina da Trindade.
Mas — dirá você — em São João 14.23 está escrito: Se alguém me ama guardará a Minha Palavra e o meu Pai o amará e viremos e faremos nele morada. Não pense em três pessoas, mas em três ofícios ("De Volta à Palavra Original, p. 26, Goiânia, GO).
Resposta Apologética:
Se somente Jesus é Deus, e o Pai e o Espírito Santo são apenas manifestações de Jesus, muitas passagens das Escrituras se tornam confusas:
Mateus 3.17 — Imitou Jesus a voz do Pai?
Mateus 17.5 — Onde estava o Filho quando o Pai disse: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo: a ele ouvi.
João 17.4 — Onde estava o Pai, quando Jesus disse: Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer. A mera existência de Eu e Tu nas palavras de Jesus indicam personalidades distintas e o Tabernáculo da Fé ignora ou torce os textos para perverter o Ego entre os membros da Trindade.
Atos 13.2 — Imitou Jesus a voz do Espírito Santo na ordem de sair para evangelizar?
Lucas 23.34 —Jesus disse: Pai,perdoa-lhes...
Lucas 23.46 — Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! Seria uma fraude se não houvesse uma pessoa chamada Pai distinta de uma pessoa chamada Filho.
5.1      - Manifestações Simultâneas de Distintos Membros da Trindade:
a)  No relato da encarnação, temos a participação de toda a Trindade (Lc 1.35);
b) No batismo de Jesus, houve a manifestação simultânea das três Pessoas. Jesus, o Filho, que subia da água; o Espírito Santo que baixava em forma de uma pomba, e a voz do Pai, que falava desde os céus (Mt 3.16-17);
c)  As orações de Jesus demonstram sua existência à parte do Pai (Mc 1.35; Lc 5.16; 6.12; 9.28; 11.1; 22.39-44; Jo 11.41).
5.2 - Algumas Provas Bíblicas de Que Jesus Não É o Pai:
a) Em todo o tempo em que Jesus esteve na terra, o Pai esteve nos céus (Mt 5.16,48);
b)  Jesus  disse  que confessaria os homens  que  O confessassem, perante o Pai (Mt 10.32-33);
c) Cristo está hoje à destra do Pai (At 7.54-56);
d)Deus é Pai de Jesus e não Jesus é Pai de si mesmo (Ef 1.3,17);
e)Jesus entregou o seu espírito a seu Pai e não a si próprio(Lc 23.46);
f) Jesus se fez carne e sangue (Lc 24.39; Jo 19.34), enquanto que o Pai é Espírito (Jo 4.24);
g) Simeão reconhecia que o Menino Jesus que tomou nos braços não era o único membro da Trindade (Lc 2.26-33);
h) João Batista conhecia o Pai, mas não conhecia o Filho (Jo 1.31-34);
i) Jesus veio para fazer a vontade do Pai e não a sua própria (Jo 5.30; 6.38). Isto implica a existência de duas personalidades distintas;
j) Jesus conhecia o Pai, mas não era o Pai (João 10.15);
k) Jesus era amado pelo Pai como Pessoa, e distinta que era (João 10.17-18);
1) Jesus era o único caminho para o Pai (Jo 14.6);
m) A expressão tanto a mim como a meu Pai prova que eram duas Pessoas (Jo 15.24);
n) Em Hb 1.1-2 se afirma que o Filho é herdeiro de Deus. Logicamente, isso requer a existência de duas Pessoas: uma, o testador e outra o herdeiro. As duas posições não podem ser ocupadas por uma única Pessoa.
5.3 - Algumas Provas Bíblicas de Que o Espírito Santo Não E Jesus:
a)  O Espírito Santo é um outro Consolador, procedente do Pai e do Filho (Jo 5.32; 14.16-17,26; 15.26;  6.7,13);
b) Era necessário que Jesus fosse, a fim de que o Espírito Santo viesse (Jo 16.5-15);
c)  O Filho já fora dado antes que o Espírito Santo fosse dado (Jo 3.16; At 2.1-4);
d) O Filho pode ser blasfemado e o pecador culpado disso encontra perdão. Mas, se o Espírito Santo for blasfemado, essa pessoa não encontrará perdão. Isto prova haver duas Pessoas (Mt 12.31-32; Mc 3.29-30 e Lc 12.10); Os samaritanos haviam recebido Jesus, mas ainda não o Espírito Santo (At 8.5-25);
e)  O Espírito Santo não veio falar de si mesmo ou glorificar a si mesmo, mas sim para glorificar a Jesus (Jo 16.7-15);
f)  A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes foi a prova de que Jesus havia chegado ao céu, onde assentou-se à destra de Deus Pai. E mais uma prova da Trindade (Jo 7.39; At 2.33-34);
h) Jesus afirmou, mesmo depois da ressurreição, que Ele não era um ser em espírito. Portanto, ele não podia ser nem o Pai nem o Espírito Santo, pois esses são seres espirituais (Lc 24.39; Jo 4.24; 14.16-17,26; 15.26; 16.7,15);
i) Distinção muito clara é feita entre os nomes de todas as Três Pessoas da Trindade (Mt 28.19; 2 Co 13.14 ACF).
5.4 - A Personalidade e Divindade do Espírito Santo:
Os adeptos do Tabernáculo da Fé afirmam que o Espírito Santo não é uma pessoa. Perguntam e respondem sobre o Espírito Santo:
Perguntamos: o Espírito é pessoa?A Bíblia diz que não... Espírito não é pessoa (De Volta à Palavra Original',p. 25, Goiânia, GO).
Na realidade, o Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade. Tiram-lhe a personalidade, quando a própria Bíblia emprega pronomes pessoais e oblíquos para referir-se ao Espírito Santo. Em At 10.19-20: E pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o Espírito: Eis que três homens te buscam. Levanta-te, pois, desce, e vai com eles, não duvidando;porque eu os enviei. Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim (Jo 15.26).
E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo:  Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado (At 13.2). É um erro grande. Os atributos de personalidade são três:
1.   Inteligência, que é a capacidade de conhecimento, ...porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus(í Co 2.10);
2.   Vontade própria   ou volição, que é a capacidade de escolher, desejar, Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer (1 Co 12.11);
3.   Sensibilidade ou emoção, que é a capacidade de amar, entristecer-se, alegrar-se, E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção (Ef 4.30).
5.5 - Atividades Pessoais São Atribuídas ao Espírito Santo:
a)  Fala         Ap 2.7                 d) Ensina    Jo 14.26
b) Testifica Jo 15.26               e) Ordena    At 13.2
c)  Intercede Rm 8.26              f) Guia        Rm 8.14
5.6 - Devemos Ter Muito Cuidado na Maneira de Tratar Com o Espírito Santo:

a) E possível entristecê-lo
Is 63.10; Ef 4.30
b) Rebelar-se contra ele
Is 63.10
c) Fazer-lhe agravo
Hb 10.29
d) Mentir
At 5.3,4
e) Blasfemar
Mt 12.31-32
f) Resistir
Gn 6.3
g) Apagar
1Ts5.19
5.7 - A Deidade do Espírito Santo
As Escrituras ensinam que o Espírito Santo é Deus. Os atributos naturais da deidade encontram-se nele:
a)  Eternidade (Hb 9.14);
b)  Onipotência (Gn 1.2; Lc 1.35; Rm 8.11);
c)  Onipresença (Sl 139.7);
d) Onisciência (1 Co 2.10);
e)  Obras da criação (Jo 33.4; Sl 104.30).
5.8 - A Doutrina da Trindade
Portanto, é insustentável manter o novo sabelianismo de Jesus somente quando o testemunho das Escrituras a respeito é bem claro. Existe, de acordo com as Escrituras, uma Pessoa que é chamada o Pai, o qual é designado como Deus (Ef 1.2). Há também uma Pessoa chamada o Filho, que é designado como Deus (Jo 1.1; 20.28; 1 Jo 5.20). Há ainda uma terceira Pessoa chamada o Espírito Santo, que é designado como Deus (At 5.3-4). Todas essas três Pessoas são coexistentes e, na unidade da Divindade, são designadas como um Deus (Dt 6.4). Ademais, quando comparamos a palavra traduzida para um do hebraico de Dt 6.4 com outras passagens como de Gn 2.24; 34.16 e Nm 13.23, encontramos uma unidade composta, não unidade absoluta, como se pode pensar. Isto nada prova para os adeptos do Tabernáculo da Fé. O argumento de João 10.30, que identifica Jesus como uma Pessoa da Divindade em virtude de sua unidade com o Pai, é contestado pelo simples fato de que a palavra traduzida um do grego (en) nesta passagem é neutra - não masculina - e refere-se à unidade de essência ou natureza, não Pessoa. Portanto, na unidade de essência ou natureza de Deus existem três Pessoas. Outros versículos que revelam pluralidade de Pessoas na divindade (Trindade) podem ser encontrados em Gn 1.26; 3.22; Is 6.8; 48.16.
No final de Mt 28.19 Jesus deu o seguinte mandamento: Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Entretanto, no livro de Atos lemos: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo (At 2.38). O Tabernáculo da Fé interpreta essa aparente discrepância para sustentar sua negação da posição trinitária. Eles dizem que a declaração de Mt 28.19 apóia os três nomes de Cristo que é designado por Pai, Filho e Espírito Santo. Assim, estabelecem que a fórmula correta do batismo é encontrada em At 2.38. Citam mais as seguintes passagens: Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido; mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus (At 8.16); E mandou que fossem batizados em nome do Senhor (At 10.48); E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus (At 19.5), como prova de que a Igreja Primitiva batizava apenas em nome de Jesus.
 Resposta Apologética:
Analisemos as passagens citadas:
At 2.38 "...seja batizado em nome de Jesus Cristo..."
At 8.16 "...sido batizados em nome do Senhor Jesus..."
At 10.48 "...batizados em nome do Senhor."
At 19.5 "...batizados em nome do Senhor Jesus."
O que se observa da leitura atenta dos versículos citados? Que não se trata de uma fórmula batismal porque não são uniformes as expressões, variando de em nome de Jesus Cristo (At 2.38), para em nome do Senhor Jesus (At 8.16) e em nome do Senhor (At 10.48). Muito razoável é afirmar que, então, a narrativa de At 2.38, indicada como batismo em nome de Jesus Cristo, esteja se referindo como pela autoridade de Jesus, como se lê em At 3.16; 16.18, na qual a autoridade de Jesus é invocada. Não se trata de fórmula que acompanha tais acontecimentos, desde que em At 19.13 a invocação do nome de Jesus por exorcistas nada significasse porque os que o fizeram não tinham realmente a autoridade de Jesus. Em outras palavras, o batismo foi ordenado e levado a efeito sob a divina autoridade do Filho, empregando-se a fórmula de Mateus 28.19.
Não bastasse o apoio irrestrito à Bíblia Sagrada que torna irrebatível o nosso entendimento, acresce observar o costume da Igreja Primitiva encontrado no livro Os Ensinos dos Doze Apóstolos que diz: Agora, concernente ao batismo, batizai desta maneira: depois de ensinar todas estas coisas, batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Em outra parte do livro já citado se diz que:
O bispo ou presbítero deve batizar desta maneira conforme ao que nos ordenou o Senhor, dizendo: Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Cipriano (a.D. 200), falando de At 2.38 diz: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo, disse:
Pedro menciona aqui o nome de Jesus Cristo, não para omitir o do Pai, mas para que o Filho não deixe de ser unido com o Pai. Finalmente, depois da ressurreição, os apóstolos são enviados pelo Senhor às nações, afim de batizarem os gentios em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O inferno foi criado para o diabo e seus anjos, para o anticristo e sua gente; ele foi o diabo encarnado, e por isso foi preparado para destruí-los. De tudo que existe, o mundo e tudo o demais, há um só Eterno; esse é Deus ("A Revelação dos Sete Selos", pp. 27 # 128, Perguntas e Respostas sobre os selos, WMB, 245, março de 1963, A Palavra Original, Goiânia, GO).
Resposta Apologética:
A Bíblia nunca promete que todos serão salvos, pois existe o castigo eterno. Em Mt 25.46, Jesus disse: E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. O adjetivo eterno que qualifica vida (zoem aionios), é o mesmo adjetivo que qualifica o tormento - tormento eterno {aionios). Seria incoerente, em face do texto, afirmar que a vida eterna é uma vida sem fim e admitir-se para o tormento eterno uma duração limitada, restringindo-se à morte física. E verdade que o inferno não foi criado para o homem e sim para o diabo e seus anjos (Mt 25.41), mas para os que rejeitam a vida eterna oferecida como um dom de Deus (Rm 6.26), padecerão eterna perdição (2 Ts 1.7-9).


Fonte: Serie Apologética.
ICP - Instituto Cristão de Pesquisas.


Quando DEUS trabalha o Homem muda!!!

Prof. Abdias Barreto. 
Contatos: (85).8857-5757. 
profabdias@gmail.com 
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GRATO!!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

APOCALIPSE 2:1-7. E A IGREJA EM ÉFESO

A IGREJA NA CIDADE DE ÉFESO - APOCALIPSE 2:1-7.“ÉFESO’’ significa “desejável’’. É a igreja que começou bem, mas havia perdido o que lhe deu o conceito de desejável - o amor. Uma igreja sem amor é uma igreja em decadência total (ICo 13).
A igreja de Éfeso foi muito bem estabelecida na doutrina apostólica. Paulo ensinou a Palavra de Deus ali, durante três anos (At 20.31). Todos os ensinos básicos lhe foram ministrados. “PORQUE JAMAIS DEIXEI DE VOS ANUNCIAR TODO O DESÍGNIO DE DEUS”(At 20.27). Pelo teor e conteúdo da Epístola de Paulo aos Efésios, observa-se que aquela igreja era espiritual. Mais saibamos que o juízo de Deus irá começar pela própria Casa de Deus (IPe 4.17). Por isso Éfeso foi uma das igrejas que foram advertida pelo Senhor. Ela foi a igreja que João pastoreava quando foi desterrado para a solitária Ilha de Patmos, segundo a tradição Cristã dos primeiros séculos.

O ANJO DA IGREJA
Quem era esse anjo da Igreja a quem o Senhor se referia? É claro que um anjo celestial não poderia ser, pois os tais foram proibidos de pregar o evangelho (IPe 1.12). Esse anjo, que era o Pastor da Igreja, pois a palavra “anjo” quer dizer “MENSAGEIRO” e é exatamente o que o Pastor é na sua função - um mensageiro. 

Veja bem, os anjos não dizem o que eles querem, mas somente a Palavra de Deus, observe: 


“...E que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João, o qual atestou a Palavra de Deus” (Ap 1.1-2). 
A função do Pastor é de instruir o povo na Palavra de Deus (I Tm 3; II Tm 2.15; Tt 1.6-9). O pastor não deve falar ou ensinar suas próprias filosofias, mas sim ser fiel ao ensinamento da Palavra de Deus. Fica claro que esse mensageiro(o pastor ou líder local) tem uma responsabilidade muito séria diante de Deus. Isso serve de alerta aos que lideram, mas não se esmeram em aprender a Palavra. Que Deus faça de nós (os Líderes) homens fiéis à Palavra como os anjos celestes são. É isso o que Deus quer nos falar aqui. É como se o nosso Deus dissesse: “Transmitam a minha Palavra com a fidelidade de um anjo”.
ESTAMOS NA MÃO DE DEUS
Antes de continuar, quero que você guarde em mente o gráfico abaixo, baseado em Ap. 1.20:
--------------------------------------------------------------------
ESTRELA = ANJOS = PASTORES
CANDELABRO = IGREJA = POVO DE DEUS
--------------------------------------------------------------------

Este gráfico nos ajudará entender melhor, tanto o tópico O ANJO DA IGREJA, como o presente ESTAMOS NA MÃO DE DEUS. 
“Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro”. (Ap 2.1) 
Neste contexto as estrelas ou Anjos estão se referindo aos Pastores ou líderes, mas pode ser muito bem aproveitado para toda a Igreja, pois na Terra toda a Igreja está comissionada a ser mensageiro de Deus: 
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura”. (Mc 16.15)
O Apóstolo Paulo também diz que somos estrelas, leiamos: 
“mas é a glória do sol, outra a glória da lua e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela” (I Co 15.41).
“Pelo que também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar ” (Hb 11.12).
Quero que você saiba que também é uma estrela, e está na mão de Deus, e tem a responsabilidade de levar a Palavra de Deus aos corações aflitos, por isso preste atenção na Palavra: 
“Aquele (JESUS) conserva na mão direita as estrelas”(Ap 2.1).
É glorioso sabermos que estamos nas mãos do Senhor. É sinônimo de vitória e proteção. Há uma alegria imensa nesse constante afeto Divino por parte do Senhor. As lutas são grandes, mas a mão do Senhor é mais forte. Se estivéssemos sozinhos nessa luta perderíamos, mas nesse “braço de ferro” nós contamos com a mão do Senhor. Aleluia!!! Por outro lado, eu gostaria que você sentisse a responsabilidade de estar nas mãos do Senhor. Sim, responsabilidade, pois somos suas estrelas (que quer dizer mensageiros - veja o gráfico). Deus quer nos mostrar que devemos resplandecer o brilho da Estrela maior - Jesus. É como se o Senhor nos dissesse: “Mostre o brilho da minha mensagem”. A Igreja tem que ter luz nas suas palavras, tem que ter vida e poder. E para que esse fato aconteça na vida da Igreja, tem que haver uma profunda dedicação à Verdade de Deus. Cada membro da Igreja, desde o Pastor até o irmãozinho tem que se conscientizar da importância da Palavra de Deus e sua divulgação. Só assim, haverá brilho nas mensagens e a Igreja Brilhará como uma estrela.
DEUS CONHECE AS NOSSAS OBRAS“Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua perseverança; sei que não podes suportar os maus, e que puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e os achaste mentirosos;”(AP 2.2) 
Fique sabendo, Deus conhece o teu desempenho na sua obra, Deus vê o seu labor e sua dedicação para que a sua obra se concretize e o Seu Reino seja implantado. Saibamos que:
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”(I Co 15.58).
Observe que a Palavra diz: “NO SENHOR”. Só no Senhor é que o nosso trabalho é válido. Deus olha para o trabalho e o labor daquele que faz para Ele. Digo isso, pois muitos realizam grandes obras dentro das Igrejas, mas não no Senhor e para o Senhor, mas sim para sua glória própria. Almejam o elogio do seu próximo e o enlevo do seu próprio nome. Veja o que diz Jesus:
MATEUS. 6. 1
“Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles; de outra sorte não tereis recompensa junto de vosso Pai, que está nos céus”.
Trabalhe, meu irmão - ainda que ninguém lhe elogie ou mesmo que você seja criticado, TRABALHE. Deus, O Grande Galardoador está vendo o seu esforço e em oculto lhe dará a recompensa. A sua perseverança no trabalho do Senhor lhe será uma grande alegria no seu espírito. TRABALHE MEU IRMÃO!

DE OLHO NOS LÍDERES E PRUDÊNCIA NO JULGAR“ sei que não podes suportar os maus, e que puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e os achaste mentirosos”(Ap 2.2)
Devemos observar os líderes, aproveitar tudo o que eles têm de bom, sabendo que são homens que também erram. Claro que quando falamos erram, não estamos falando de adultério, prostituição, engano, furto, mentiras... Nos dias atuais, infelizmente, vemos líderes que deveriam ser exemplos, fazendo tudo isso e muito mais. O que mais me espanta é que mesmo fazendo tudo isso eles ainda encontram gente que os seguem sem nem mesmo questionar a sua conduta. Dizem: “Este homem é de Deus, ele faz milagres e isso basta” ou “Ele foi escolhido por Deus para ser o nosso profeta e cremos cegamente nele”. E assim vemos esses obtusos usurpar o povo e devorar a fé dos mais humildes. Sabemos que infelizmente, isso acontece por falta de conhecimento da Palavra de Deus. 
Leiamos:
“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”(Os 4.6).
Nesta carta à Igreja de Éfeso, Jesus elogia aqueles que colocaram a prova certos “apóstolos” que se diziam ser homens de Deus. Esta Igreja teve o discernimento de desvendar e despir os falsos obreiros. 
Antes de continuar com esse pensamento quero que você tenha em mente a importância de ter embasamento na Palavra de Deus antes de Julgar alguém, principalmente um obreiro. 
Leiamos: “Não aceites acusação contra um ancião (presbítero ou líder local), senão com duas ou três testemunhas (que sejam dignas de confiança)”.(I Tm 5.19 - parênteses do autor)
Não se esqueça de ser sábio no julgamento de algum líder que esteja fazendo coisas erradas e certifique-se que realmente não sejam boatos, mas provas concretas e que você possa provar. Sabendo que se você estiver errado poderá estar lutando contra Deus e a favor do Diabo, trazendo assim opróbrio sobre a sua vida. 
Leiamos: “Porque a rebelião é como o pecado de adivinhação, e a obstinação é como a iniqüidade de idolatria”. (I Sm 15.23).
“Não toqueis nos meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas”.
(Sl 105.15)
“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus”.(Rm 13.1)
“Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil”.(Hb 13.17)
Não é porque a Palavra de Deus manda respeitar, honrar, obedecer, ajudar, auxiliar e cooperar com os obreiros do Senhor, que vamos deixar os maus nos enganar. A Bíblia nos ensina a por em prova os tais (Ap 2.2). É glorioso essa revelação, pois essa Igreja agiu com discernimento, evitando assim escândalos no meio do povo. Se nós fossemos como os Efésios (nesta área)teríamos evitados tantos escândalos desnecessários. Por haver falta de discernimento, lobos ferozes e audaciosos devoram cidades inteiras e até ultrapassam fronteiras desonrando o nome do Senhor Jesus. Devemos saber que é a IGREJA (eu e você) que tem que evitar esses “cães” de vomitar sobre nós as suas heresias. Nesses últimos dias, eu te convido a ser mais prudente e não aceitar nada de ninguém se não for claramente bíblico. Nem que apareça um apóstolo mais poderoso que Paulo e fazendo mais prodígios que o Senhor Jesus, se ele não está de acordo com a Palavra, seja anátema (maldito).
Acredito que nesses últimos dias levantar-se-á uma Igreja estribada, não em homens, mas na Palavra de Deus. Quando esses amantes da Palavra se levantar os falsos “apóstolos ou profetas” terão dificuldades em difundir as suas heresias, pois a unção do Espírito e o conhecimento da Palavra trarão luz. 
“E quanto a vós, a unção que dele recebestes fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como vos ensinou ela, assim nele permanecei”.(I Jo 2.27)

O PRIMEIRO AMOR ACABOU?“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres”. (Ap 2.4-5)
Já ouvimos muito essas frases: “Esse irmão está no fogo do primeiro amor!” ou “Isso é coisa de quem está no primeiro amor”. O que será que estamos pensando sobre primeiro amor? Será que sabemos o que é esse primeiro amor? Pelo texto lido acima vemos que quem não está nesse primeiro amor está caído, sua vida cristã está fora dos parâmetros de Deus. 
Leiamos - Lv 6.12: “O fogo sobre o altar se conservará aceso; não se apagará.” 
Aquele fogo do primeiro amor, do primeiro encontro com Deus tem que durar a vida inteira, é fogo e mais fogo: “O fogo se conservará continuamente aceso sobre o altar; não se apagará”. (Lv 6.13)
Talvez você tenha visto tanta coisa que o desagradou; que machucou o seu íntimo, que feriu os teus princípios, que fez murchar as tuas esperanças no Reino de Deus. E agora? Vai ficar assim? Deixando tudo para lá? Meu querido saiba que apesar de tudo o Deus que é Fogo quer de dar a vitória na luta. Não importa quantos Judas o Diabo colocou na sua vida, Jesus nunca lhe traiu e nem lhe abandonou. Hoje Deus quer renovar-te e trazer a paz e alegria da sua salvação. Levante-se nesse momento e receba o poder, o fogo, o amor, a virtude do Espírito Santo e seja abençoado. Receba o amor do céu, acenda-se agora e nunca mais deixe o inimigo apagá-lo com tolices e artimanhas malignas. Deus nesses últimos dias quer que sejamos cheios de amor, até para amarmos os piores inimigos. Sejamos cheios de fogo até a volta do Senhor Jesus. 
“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11).



OS NICOLAÍTAS
“Tens, porém, isto, que aborreces as obras dos nicolaítas, as quais eu também aborreço.”(Ap 2.6) 
Nicolaíta em grego é composto de duas palavras: “Nikao” que significa “Conquistar” e “Laos” que significa “Povo Comum”. Então Nicolaítas vem a ser: “Aquele que conquista ou domina o povo comum ou leigo”. A conduta de elevar-se sobre e acima dos crentes comuns como uma classe mediadora é o que o Senhor detesta; é algo ser repugnado. No Velho Testamento havia os sacerdotes (judaicos) os quais eram estabelecidos para intercederem pelo povo e representá-los diante de Deus, mas isso não agradava o Senhor. Deus não queria só alguns na Sua presença e sim todos (Ex 19.6; Ap 1.6; Hb 10.19-22). No Novo Testamento, com a morte do Senhor na cruz, fez-se um Reino de Sacerdotes para reinar em perfeito sincronismo com Deus. Mas será que vemos isso? Referindo-se a Igreja Católica Romana, os membros não realizam nada na Igreja, só o Clero pode fazer e operar no meio do povo. Os católicos trouxeram a velha prática dos sacerdotes do Velho Testamento ou, como foi chamado na carta à Igreja de Éfeso, obra dos nicolaítas. E em nossas Igrejas está sendo diferente? A verdade é que em quase todas as Igrejas evangélicas os membros fazem cada dia menos, deixando tudo nas costas do pastor, transformando-o em um nicolaíta. Deus não quer que nós, os pastores ocupem o lugar dos sacerdotes judaicos e nem o lugar dos padres católicos. Como pastores, nós devemos exercer o nosso ministério, que tem como propósito instruir cada cristão a seguir o caminho e buscar por si mesmo o Senhor. Creio que fazendo assim teremos uma Igreja viva e atuante. Meu irmão exerça seu papel de cristão e seja um órgão vivo no corpo de Cristo.

O VENCEDOR
Quem é o vencedor? Será uma pessoa super dotada ou alguém muito diferente? Não, o vencedor é aquele que ouve e coloca em prática a Palavra de Deus. 
Leiamos Tg 1.22:“E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.”
Quando ouvimos o que o Espírito Santo fala através da Palavra de Deus, nos tornamos vencedores. 
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.” (Ap 2.7).





Fonte: www.cacp.org.br

ABDIAS BARRETO 
Contatos: (85).8857-5757. 
profabdias@gmail.com 
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